(Unirio).

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
(BANDEIRA, Manoel. “Vou-me embora pra Pasárgada”. In: Vou-me Embora pra Pasárgada e Outros Poemas. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.)

O reino imaginário de Pasárgada e os privilégios dos amigos do rei podem ser comparados à situação da nobreza europeia com a formação das monarquias nacionais modernas. A razão fundamental do apoio que essa nobreza forneceu ao rei, no intuito de manter-se “amiga” do mesmo, conservando inúmeras regalias, pode ser explicada pela(o):