“Embora educadores do renome de um Dermeval Saviani afirmem que exista uma
especificidade epistemológica própria da educação, quero defender aqui o contrário. E, para ser mais
ousado, vou afirmar que a grandeza da educação reside justamente nesta falta de especificidade, o
que faz dela uma área aberta” (GALLO, S. Filosofia e formação do educador: os desafios da
modernidade. In: BICUDO, Maria Aparecida Viggiani; SILVA JÚNIOR, Celestino Alves (Org.).
Formação do educador e avaliação educacional. São Paulo: UNESP, 1996. v. 2).
O trecho apresentado aponta a crítica feita por Sílvio Gallo, importante filósofo da educação brasileiro,
a um paradigma educacional cientificista e pretende conferir à educação uma abertura a outros
saberes. Dessa forma, o autor defende um paradigma cuja tônica seja: