Equipe Gabarite
EQUIPE
31/08/2026 • 16:56
Quando falamos sobre o Ensino Religioso no Ensino Fundamental, especialmente no 9º ano, o foco principal é promover o respeito às diferenças e o diálogo entre as diversas crenças e visões de mundo presentes na sociedade. O Brasil é um país plural em termos religiosos, ou seja, há uma diversidade muito grande de religiões e crenças. Devido a isso, o papel do professor não é privilegiar ou impor uma única religião ou conjunto de crenças, mas sim trabalhar com a liberdade de crença, a valorização da dignidade humana e a construção de um ambiente fraterno e inclusivo.
Vamos analisar as alternativas: a alternativa (a) fala sobre enfatizar o direito à liberdade de crença e a dignidade humana, o que está totalmente alinhado com o objetivo do Ensino Religioso na escola pública. As outras alternativas apresentam posturas restritivas e exclusivistas, como trabalhar só com doutrinas cristãs, valorizar só religiões afro-brasileiras, defender conceitos fundamentalistas, ou priorizar apenas religiões monoteístas em detrimento de outras – tudo isso vai contra o princípio de pluralidade e respeito à diversidade.
Portanto, a melhor resposta é a alternativa (a), pois se foca no respeito à liberdade de crença e na dignidade humana, que são princípios essenciais para construir uma fraternidade universal em uma sociedade plural como a brasileira.
Vamos analisar as alternativas: a alternativa (a) fala sobre enfatizar o direito à liberdade de crença e a dignidade humana, o que está totalmente alinhado com o objetivo do Ensino Religioso na escola pública. As outras alternativas apresentam posturas restritivas e exclusivistas, como trabalhar só com doutrinas cristãs, valorizar só religiões afro-brasileiras, defender conceitos fundamentalistas, ou priorizar apenas religiões monoteístas em detrimento de outras – tudo isso vai contra o princípio de pluralidade e respeito à diversidade.
Portanto, a melhor resposta é a alternativa (a), pois se foca no respeito à liberdade de crença e na dignidade humana, que são princípios essenciais para construir uma fraternidade universal em uma sociedade plural como a brasileira.