Um cirurgião-dentista planejou uma exodontia para uma
paciente de 32 anos de idade. Durante a anamnese, ela
confirmou não ser portadora de problemas cardíacos,
respiratórios ou alérgicos, nem de diabetes. No entanto, apesar
de já ter tido outras experiências odontológicas, inclusive sob
anestesia local, a paciente revelou fobia de agulhas. Durante o
procedimento, imediatamente após a anestesia local, a paciente
apresentou palidez cutânea, sudorese fria, fraqueza e respiração
superficial, evoluindo rapidamente para perda de consciência,
típica dos casos de síndrome vasovagal.
Nesse caso, as medidas iniciais a serem tomadas pelo
cirurgião-dentista são:
✂️ a) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição
vertical e oferecer glicose à paciente na forma líquida; ✂️ b) elevar os pés em relação à cabeça da paciente em pelo
menos 45 graus e iniciar a administração sublingual de
nitroglicerina; ✂️ c) elevar ligeiramente os pés em relação à cabeça da paciente,
manter a via aérea patente e proceder com a avaliação dos
sinais de recuperação da consciência; ✂️ d) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição
vertical, posicionar a cabeça da paciente para frente para
liberar as vias aéreas e verificar a pressão da paciente; ✂️ e) retornar rapidamente o encosto da cadeira para a posição
vertical e avaliar o estado de consciência por meio de
estímulos físicos, como chacoalhar os ombros e fazer
perguntas à paciente.