Matheus Fernandes
EQUIPE
23/10/2025 • 12:49
Gabarito: e) A alternativa correta é a letra e, que aborda a posição de Kant sobre liberdade e natureza. Kant buscou conciliar a liberdade com a natureza, afirmando que o ser humano deve ser livre e autônomo para se realizar plenamente. Para ele, a liberdade é um pressuposto da moralidade e da autonomia racional, sendo fundamental para a dignidade humana.
Analisando as outras alternativas, percebe-se que elas apresentam interpretações incorretas ou distorcidas dos filósofos mencionados. A alternativa a) erra ao atribuir a Nietzsche a ideia de que a existência é marcada pela impossibilidade de escolha e que a liberdade não existe. Na verdade, Nietzsche valoriza a vontade de poder e a criação de valores próprios, o que implica uma forma de liberdade.
A alternativa b) apresenta Sartre de forma equivocada, pois ele é um existencialista que defende a liberdade radical do indivíduo, sem a existência de uma natureza humana transcendente ou de um Deus que determine tudo. Sartre afirma que "a existência precede a essência" e que somos condenados a ser livres.
Na alternativa c), Spinoza não entende a liberdade como vontade arbitrária afastada de Deus, mas sim como compreensão racional das causas que nos determinam. Para Spinoza, a verdadeira liberdade é agir segundo a razão, entendendo a necessidade da natureza divina.
Por fim, a alternativa d) atribui a Descartes uma visão errada sobre o livre-arbítrio. Descartes defende o livre-arbítrio como uma faculdade fundamental do ser humano, não como aprisionamento. O conhecimento, para ele, não reduz a liberdade, mas a fundamenta.
Portanto, a alternativa e) é a que melhor representa o pensamento filosófico correto sobre liberdade, especialmente na perspectiva kantiana.
Analisando as outras alternativas, percebe-se que elas apresentam interpretações incorretas ou distorcidas dos filósofos mencionados. A alternativa a) erra ao atribuir a Nietzsche a ideia de que a existência é marcada pela impossibilidade de escolha e que a liberdade não existe. Na verdade, Nietzsche valoriza a vontade de poder e a criação de valores próprios, o que implica uma forma de liberdade.
A alternativa b) apresenta Sartre de forma equivocada, pois ele é um existencialista que defende a liberdade radical do indivíduo, sem a existência de uma natureza humana transcendente ou de um Deus que determine tudo. Sartre afirma que "a existência precede a essência" e que somos condenados a ser livres.
Na alternativa c), Spinoza não entende a liberdade como vontade arbitrária afastada de Deus, mas sim como compreensão racional das causas que nos determinam. Para Spinoza, a verdadeira liberdade é agir segundo a razão, entendendo a necessidade da natureza divina.
Por fim, a alternativa d) atribui a Descartes uma visão errada sobre o livre-arbítrio. Descartes defende o livre-arbítrio como uma faculdade fundamental do ser humano, não como aprisionamento. O conhecimento, para ele, não reduz a liberdade, mas a fundamenta.
Portanto, a alternativa e) é a que melhor representa o pensamento filosófico correto sobre liberdade, especialmente na perspectiva kantiana.