Entre confetes e brados de “salários
iguais”, Nova York homenageou a seleção
feminina de futebol dos Estados Unidos
com um desfile pelas ruas para comemorar
o título da Copa do Mundo, reforçando o
surgimento das jogadoras como ícones dos
direitos das mulheres. A vitória dos EUA
coroou uma campanha que atraiu uma
grande audiência televisiva e um interesse
público inédito. O desfile ressaltou a luta das
jogadoras pela paridade salarial com seus
colegas da seleção masculina. O governador
de Nova York, Andrew Cuomo, disse que,
se o salário fosse baseado no desempenho,
a seleção feminina deveria ser mais bem
compensada do que o time masculino. “Elas
praticam o mesmo esporte que os jogadores
praticam. Aliás, elas o praticam melhor, com
resultados melhores. Se existe qualquer
lógica econômica, os homens deveriam
receber menos do que as mulheres. Sejamos
honestos!”. Em março, todas as 28 jogadoras
entraram com uma ação civil de discriminação
de gênero contra a Federação de Futebol
dos EUA, exigindo uma remuneração igual
à de seus equivalentes masculinos. Quando
subiram em carro aberto para a festa em
Nova York, as mulheres de um dos times
mais ativistas dos EUA sabiam que tinham
transformado a tradicional parada de papel
picado da cidade em um ato político.
Disponível em: www.osul.com.br.
Acesso em: 21 out. 2019 (adaptado).
O foco do desfile da seleção feminina
norte-americana de futebol enalteceu o(a)
✂️ a) desejo do público em se aproximar das
jogadoras. ✂️ b) interesse político do governador de Nova
York sobre o futebol. ✂️ c) audiência midiática da campanha da equipe
campeã da Copa do Mundo de Futebol. ✂️ d) função do esporte em dar visibilidade à luta
das mulheres por igualdade de gênero.