A criança, centro do planejamento curricular, é
considerada um sujeito histórico e de direitos. Ela se
desenvolve nas interações, relações e práticas
cotidianas a ela disponibilizadas e por ela estabelecidas
com adultos e crianças de diferentes idades nos grupos
e contextos culturais nos quais se insere.
A maneira como ela é alimentada, se dorme com
barulho ou no silêncio, se outras crianças ou adultos
brincam com ela ou se fica mais tempo quietinha, as
entonações de voz e contatos corporais que ela
reconhece nas pessoas que a tratam, o tipo de roupa que
ela usa, os espaços mais abertos ou restritos em que
costuma ficar, os objetos que manipula, o modo como
conversam com ela, etc, são elementos considerados
como: