Um homem de 72 anos apresenta insuficiência cardíaca não
isquêmica com fração de ejeção reduzida. Sendo portador de
diabetes e portador de disfunção renal estágio 3, em uso de
inibidor de neprilisina e valsartana, betabloqueador, inibidor
SGLT2 e antagonista no receptor de mineralocorticoide. Após
4 semanas, o paciente fez ECG, no qual se observou uma onda T
de amplitude aumentada e simétrica.
O cardiologista suspeitou da seguinte anormalidade eletrolítica:
O cardiologista suspeitou da seguinte anormalidade eletrolítica: