Questões de Concurso Prefeitura de São Felipe DOeste RO

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1 Q989296 | Direito Administrativo, Modalidades e Critérios de Julgamento, Contador, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

A Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, conhecida como a nova Lei de Licitações, introduziu importantes mudanças no processo licitatório brasileiro. Uma dessas mudanças diz respeito à inclusão de novas modalidades de licitação. Qual das seguintes modalidades foi expressamente introduzida por esta lei?

2 Q989302 | Direito Administrativo, Conceito, Contador, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

O domínio público é um conceito chave no Direito Administrativo, referindo-se ao conjunto de bens que pertencem às pessoas jurídicas de direito público. Das opções abaixo, assinale a alternativa que NÃO se enquadra na classificação de bens públicos.

3 Q989380 | Português, Orações subordinadas adjetivas Restritivas, Pregoeiros Agente de Contratação, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Texto associado.
Você amou de verdade?


Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024

De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.

Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.

Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.

Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.

Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.

Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.

Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.

No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.


Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Quais são as respectivas classificações das orações abaixo destacadas?

“Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.

4 Q989297 | Contabilidade Pública, Princípios Fundamentais de Contabilidade para Setor Público, Contador, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Dentro da Contabilidade Pública, os Princípios Contábeis Fundamentais orientam a execução contábil. Qual dos princípios abaixo é reconhecido pelo Conselho Federal de Contabilidade como fundamental para a prática contábil no setor público?

5 Q989244 | Português, Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas, Procurador Jurídico, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Na norma padrão da língua portuguesa, o emprego correto das letras em determinadas palavras pode apresentar desafios até mesmo para falantes com alto nível de escolaridade. Considerando as regras de ortografia sobre o emprego das letras "s", "c", "ç" e "x", qual das seguintes palavras está grafada INCORRETAMENTE, segundo a norma padrão?

6 Q989303 | Direito Administrativo, Regime jurídico administrativo, Contador, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Os princípios básicos da Administração Pública norteiam a conduta do administrador público e garantem a eficiência e moralidade no exercício da função pública. Nesse contexto, qual dos seguintes princípios obriga a Administração Pública a agir com transparência em suas ações?

7 Q989311 | Odontologia, Odontologia PréClínica, Odontologia, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

O côndilo da mandíbula localiza-se na porção posterossuperior do ramo da mandíbula e constitui a parte móvel da articulação. O côndilo é uma saliência elipsoide, convexa nos sentidos anteroposterior e lateromedial. Em relação ao côndilo e a anatomia anexa, complete a sequência corretamente.


“O côndilo é sustentado por uma porção estreita, _______________________. Este é arredondado posteriormente e apresenta anteromedialmente uma depressão, _________________________, onde se insere o músculo_________________________.”

8 Q989312 | Odontologia, Odontologia PréClínica, Odontologia, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Em relação ao músculo esternocleidomastóideo, analise as afirmativas abaixo:

I. O músculo esternocleidomastóideo é o músculo que cruza obliquamente o pescoço, abaixo do músculo platisma. Sua função mais nobre é a de proteger os grandes vasos do pescoço (artérias carótidas e veia jugular interna), que se localizam profundamente a ele.

II. Sobre a sua ação, atuando isoladamente, ele inclina a cabeça para o mesmo lado em direção ao ombro, tornando bem evidente sua anatomia de superfície. Atuando em conjunto, move a cabeça para a frente.

III. Sobre sua inervação, o músculo esternocleidomastóideo é inervado pelo nervo acessório (XI).


É correto o que se afirma em:

9 Q989321 | Psicologia, Representações Sociais, Psicólogoa, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

De acordo com Goffman (1980), os estigmas podem ser divididos em três grandes categorias, sendo elas:

10 Q989379 | Português, Orações subordinadas adverbiais Causal, Pregoeiros Agente de Contratação, Prefeitura de São Felipe DOeste RO, IBADE, 2024

Texto associado.
Você amou de verdade?


Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda.
Renato de Faria | 18/03/2024

De todas as questões humanas, essa é aquela nos pega, sem avisar, em um domingo qualquer, em uma segunda sem razão ou naquela quarta insossa. Repare que o ponto central não é, como parece, a capacidade filosófica de encontrar a verdade, mas a disposição para a nobreza de amar.

Sei que a filosofia, a sociologia e a ciência política tentam separar as coisas de uma forma conceitual: esquerda e direita, materialistas e espiritualistas, proletariado e burguesia. Porém, acredito que, no fim das contas, a separação mais fundamental é entre aqueles que amam e os outros que dispensaram o sopro divino do amor.

Cansamos da política, das análises científicas, das pesquisas acadêmicas. Mas nunca ouvi ninguém revestido da empáfia de “se cansar de amar”. Isso se dá pelo efeito renovador que esse sentimento é capaz de gerar nos sujeitos que decidem carregá-lo. O amor é aquele sentimento fundamental que nos autoriza a viver a vida com certa elegância existencial. Aqueles que amam são percebidos à distância, como ilhas de sabedoria diante do caos.

Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho. Ao contrário de seu mestre, Heidegger, para quem o homem é um “ser-para-a-morte”, tendo a finitude diante de si, a filósofa destaca que somos destinados a “nascer”, o “amor mundi”, pois cada vida que surge traz consigo a possibilidade de uma mudança substancial na escrita da história.

Lógico que não falo aqui do amor que circula pelas redes, volátil e preguiçoso, dançando uma coreografia pobre ao ritmo dos cliques e algoritmos. A questão é mais profunda, pois se trata de uma busca que contorna a vida inteira, no fluxo incerto de uma realidade que está sempre disposta a nos mostrar a desvantagem na qual se encontram aqueles que decidem amar.

Como nos lembra o próprio Agostinho, retomando João, o Apóstolo, não podemos pensar no amor como o fim da existência, pois ele é, ao contrário, o princípio de tudo: “Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”.

Acredito que, quando a aventura terrena terminar, se alguma divindade estiver realmente nos esperando do lado de lá, talvez a única pergunta relevante seja - você amou de verdade? E ela não se importará em qual templo você fez isso, a partir de qual ideologia ou para quem você direcionou essa força criadora, pois o amor nada mais é que a transgressão divina diante de um mundo caduco, acelerado e perdido.

No fim das contas, o importante mesmo será o fato de ter experimentado, em vida, o único sentimento reservado aos deuses, que sabiamente conseguimos roubar do Olimpo. Só assim seremos capazes de entender a linguagem da eternidade.


Fonte: FARIA, Renato de. Você amou de verdade? Estado de Minas, 18 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/03/6820298-voce-amou-de-verdade.html. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
No trecho “Do lado daqueles e daquelas capazes de amar, o mundo se abre diante de um convite à renovação diária, como salienta Hannah Arendt em sua tese sobre Santo Agostinho.” (4º parágrafo), a palavra sublinhada confere ao enunciado um sentido de:
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