Um esforço de definição do termo “filosofia” pode ser feito tendo como base aquilo que ela se propõe a fazer. Nesse sentido, é correto afirmar que a filosofia é uma:

“O filósofo alemão Edmund Husserl diz saber o que é filosofia, ao mesmo tempo que assume desconhecê-la. E completa afirmando que apenas os pensadores secundários estão contentes com suas definições” (ARANHA, M. L. A. MARTINS, M. H. P. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2016).


O trecho acima pode ser interpretado de que forma?

George Berkeley desenvolveu uma compreensão epistêmica que é definida, geralmente, como solipsista. Sob essa perspectiva, sua teoria do conhecimento assenta-se no seguinte princípio:
Os primeiros filósofos buscavam, por meio de um princípio racional (em grego, arkhé), encontrar uma explicação para a origem de todas as coisas; contudo, os Pré-Socráticos divergiam acerca de que elemento era esse, bem como se era apenas um ou múltiplos elementos. Assim, aqueles que identificavam apenas um elemento constitutivo para todas as coisas são designados “monistas”; os que afirmam não haver apenas um princípio, mas vários, são categorizados como “pluralistas”. Tendo essa divisão em mente, assinale a alternativa que apresenta apenas nomes de Pré-Socráticos pluralistas.
Em “Crítica da razão pura”, Immanuel Kant propõe uma reformulação da maneira como se concebeu, ao longo da história da filosofia, a construção do conhecimento, o que se dá por meio de uma nova compreensão da relação entre sujeito e objeto. Na parte da obra denominada “Estética Transcendental”, Kant reflete sobre dois conceitos fundamentais em sua epistemologia, tempo e espaço, que define como: