Questões de Concursos

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No que se refere ao momento de oferta e de indicações de cuidados paliativos em pediatria e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

Recém-nascidos internados em UTIN podem receber cuidados paliativos, mesmo que estejam recebendo terapêutica curativa.

No ano de 2020, foi publicado o Manual de cuidados paliativos, desenvolvido mediante parceria entre o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

Acerca do panorama geral dos cuidados paliativos, apresentado na referida publicação, julgue o item a seguir. 
O Manual de cuidados paliativos visa impulsionar a organização e o desenvolvimento dos cuidados paliativos no Brasil, em consonância com as diretrizes do MS em relação à Resolução no 41/2018, da Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

No que se refere ao momento de oferta e de indicações de cuidados paliativos em pediatria e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

Cuidados paliativos devem ser oferecidos somente na esfera hospitalar para crianças terminais.

A respeito do manejo de crianças com doenças ameaçadoras à vida e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

O cuidado paliativo deve incluir não só a criança enferma, mas toda a família dela, inclusive outras crianças.

O cuidado com os que estão morrendo revela que o medo de morrer é um sentimento extensamente compartilhado na sociedade atual e que, quando se fala em cuidados paliativos, associa-se à morte. No entanto, a criação e a evolução das UTIs marcaram de modo importante a história da utilização de tecnologias avançadas em saúde e a redução da mortalidade de pacientes graves. Dessa forma, identifica-se uma parcela crescente de indivíduos que sobrevivem à etapa inicial do tratamento, mas não apresentam boa evolução e recuperação da fase aguda, permanecendo com dependência funcional, quadro inflamatório persistente e falência orgânica por período prolongado. Os cuidados paliativos (CP), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são definidos como uma abordagem que valoriza a qualidade de vida, dos doentes e das respectivas famílias, no enfrentamento dos problemas ocasionados por doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual. 

Quanto ao exposto, julgue o item a seguir.

Os CP têm raízes no pensamento filosófico do moderno movimento hospice, também conhecido como assistência hospice, regido por uma filosofia do cuidado, da acolhida e da hospitalidade.

No que se refere ao momento de oferta e de indicações de cuidados paliativos em pediatria e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

Considerando a natureza aguda e reversível da prematuridade, não há indicação para oferta de cuidados paliativos no contexto das UTIN, para não tirar a esperança da família.

No que se refere aos conhecimentos teóricos acerca de cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Numa perspectiva social, o (a) assistente social deve buscar traçar um perfil da família, do paciente e dos cuidados, em uma concepção do atendimento humanizado e com objetivo de propiciar melhor qualidade de vida durante o processo de tratamento.

No que se refere ao momento de oferta e de indicações de cuidados paliativos em pediatria e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.

Meningite, por ser uma condição ameaçadora à vida, é uma indicação de cuidados paliativos na faixa etária pediátrica.

No que se refere ao momento de oferta e de indicações de cuidados paliativos em pediatria e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Não há necessidade de incluir o aspecto espiritualidade nos cuidados paliativos prestados a crianças com idade inferior a 6 anos.
O cuidado com os que estão morrendo revela que o medo de morrer é um sentimento extensamente compartilhado na sociedade atual e que, quando se fala em cuidados paliativos, associa-se à morte. No entanto, a criação e a evolução das UTIs marcaram de modo importante a história da utilização de tecnologias avançadas em saúde e a redução da mortalidade de pacientes graves. Dessa forma, identifica-se uma parcela crescente de indivíduos que sobrevivem à etapa inicial do tratamento, mas não apresentam boa evolução e recuperação da fase aguda, permanecendo com dependência funcional, quadro inflamatório persistente e falência orgânica por período prolongado. Os cuidados paliativos (CP), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são definidos como uma abordagem que valoriza a qualidade de vida, dos doentes e das respectivas famílias, no enfrentamento dos problemas ocasionados por doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual. 

Quanto ao exposto, julgue o item a seguir.

Os cuidados paliativos também são direcionados aos doentes críticos crônicos (DoCC), definidos, atualmente, como pacientes dependentes de ventilação mecânica por mais de 21 dias, por pelo menos seis horas diárias, com alterações metabólicas, neuroendócrinas, neuropsiquiátricas e imunológicas, decorrentes da sobrecarga alostática e de complicadores relacionados à internação.

No que se refere aos conhecimentos teóricos acerca de cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O alívio da dor e de outros sintomas desagradáveis aos (às) pacientes e a oferta de sistema de suporte de auxílio aos familiares durante a doença e até o processo de luto não se configuram como princípios e protocolos do cuidado paliativo.

O cuidado com os que estão morrendo revela que o medo de morrer é um sentimento extensamente compartilhado na sociedade atual e que, quando se fala em cuidados paliativos, associa-se à morte. No entanto, a criação e a evolução das UTIs marcaram de modo importante a história da utilização de tecnologias avançadas em saúde e a redução da mortalidade de pacientes graves. Dessa forma, identifica-se uma parcela crescente de indivíduos que sobrevivem à etapa inicial do tratamento, mas não apresentam boa evolução e recuperação da fase aguda, permanecendo com dependência funcional, quadro inflamatório persistente e falência orgânica por período prolongado. Os cuidados paliativos (CP), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são definidos como uma abordagem que valoriza a qualidade de vida, dos doentes e das respectivas famílias, no enfrentamento dos problemas ocasionados por doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual. 

Quanto ao exposto, julgue o item a seguir.

Apesar de a incidência de complicações bucais em pacientes com câncer em estágio terminal não ser alta, é fundamental atender, satisfatoriamente, as diversas necessidades dos pacientes em fase terminal, permitindo-lhes uma morte digna.

No ano de 2020, foi publicado o Manual de cuidados paliativos, desenvolvido mediante parceria entre o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

Acerca do panorama geral dos cuidados paliativos, apresentado na referida publicação, julgue o item a seguir. 
A assistência em cuidados paliativos com equipe especializada é restrita aos níveis hospitalar e ambulatorial.
No ano de 2020, foi publicado o Manual de cuidados paliativos, desenvolvido mediante parceria entre o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

Acerca do panorama geral dos cuidados paliativos, apresentado na referida publicação, julgue o item a seguir. 
Nem todo paciente é elegível aos cuidados paliativos. Estudos demonstram que adultos com doenças crônicas e crianças não se beneficiam desses cuidados.
O cuidado com os que estão morrendo revela que o medo de morrer é um sentimento extensamente compartilhado na sociedade atual e que, quando se fala em cuidados paliativos, associa-se à morte. No entanto, a criação e a evolução das UTIs marcaram de modo importante a história da utilização de tecnologias avançadas em saúde e a redução da mortalidade de pacientes graves. Dessa forma, identifica-se uma parcela crescente de indivíduos que sobrevivem à etapa inicial do tratamento, mas não apresentam boa evolução e recuperação da fase aguda, permanecendo com dependência funcional, quadro inflamatório persistente e falência orgânica por período prolongado. Os cuidados paliativos (CP), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são definidos como uma abordagem que valoriza a qualidade de vida, dos doentes e das respectivas famílias, no enfrentamento dos problemas ocasionados por doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual. 

Quanto ao exposto, julgue o item a seguir.

O perfil mais recorrente de doente crítico crônico costuma envolver idade mais avançada, escores de gravidade mais baixos e comorbidades simples, porém com alta taxa de mortalidade.

No que se refere aos conhecimentos teóricos acerca de cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Os cuidados paliativos em pacientes oncológicos têm sido, ao longo dos anos, progressivamente reconhecidos como uma prática que melhora o quadro de saúde em um momento tão crucial para os (as) pacientes e familiares.

No que se refere aos conhecimentos teóricos acerca de cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

Os cuidados paliativos são uma alternativa para atuar em situações nos quais os cuidados ativos aos (às) pacientes já consideraram o (a) paciente fora da possibilidade de cura.

No ano de 2020, foi publicado o Manual de cuidados paliativos, desenvolvido mediante parceria entre o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

Acerca do panorama geral dos cuidados paliativos, apresentado na referida publicação, julgue o item a seguir. 
O uso de medidas agressivas no fim da vida é capaz de prolongar a sobrevida das pessoas em cuidados paliativos, além de oferecer uma melhor capacidade funcional.
O cuidado com os que estão morrendo revela que o medo de morrer é um sentimento extensamente compartilhado na sociedade atual e que, quando se fala em cuidados paliativos, associa-se à morte. No entanto, a criação e a evolução das UTIs marcaram de modo importante a história da utilização de tecnologias avançadas em saúde e a redução da mortalidade de pacientes graves. Dessa forma, identifica-se uma parcela crescente de indivíduos que sobrevivem à etapa inicial do tratamento, mas não apresentam boa evolução e recuperação da fase aguda, permanecendo com dependência funcional, quadro inflamatório persistente e falência orgânica por período prolongado. Os cuidados paliativos (CP), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são definidos como uma abordagem que valoriza a qualidade de vida, dos doentes e das respectivas famílias, no enfrentamento dos problemas ocasionados por doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual. 

Quanto ao exposto, julgue o item a seguir.

A cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia, como modalidades de tratamento oferecidas ao câncer, prejudicam a saúde bucal. Destaca-se que a cavidade bucal pode ser considerada um espelho da saúde geral de um indivíduo.

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