Durante a internação de um paciente oncológico, o
farmacêutico clinico hospitalar sugere a substituição de um
quimioterápico prescrito por outro equivalente, com menos efeitos
adversos. O médico concorda com a mudança, mas o paciente,
ao ser informado, recusa o novo medicamento. O farmacêutico,
preocupado com a eficácia e a segurança, insiste com o paciente,
mesmo após a recusa formal registrada em prontuário. O
principio ético que foi mais diretamente violado pela insistência do
farmacêutico na situação foi o principio da:
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Em uma farmácia ambulatorial, o técnico entrega ao
farmacêutico uma prescrição manuscrita que parece indicar
“cloridrato de propranolol 160 mg, 2x ao dia”. Contudo, a dose
usual do fármaco raramente ultrapassa 80 mg/dia e o paciente é
idoso, com histérico de bradicardia. Não ha carimbo legível nem
contato do prescritor. Diante da ambiguidade da prescrição e risco
potencial, a conduta adotada pelo farmacêutico deve ser:
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