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Um arquivista tem que ter conhecimento de conservação preventiva de documentos e saber que um dos objetivos da preservação de documentos, em suporte papel, é retardar a formação de ácidos. Muitas vezes, lava-se o papel para remover os resíduos químicos danosos decorrentes da sua própria constituição.

Esse processo é chamado desacidificação, que tem como resultado um papel alcalino ou
O arranjo de documentos é uma atividade ao mesmo tempo material e intelectual.

Em uma instituição, antes de se proceder à ordenação dos documentos e das séries documentais, é necessário, como operação preliminar,

Para a organização de arquivos, é importante ficar atento aos tipos de arquivamento, ou seja, à posição em que os documentos são dispostos.

Existem somente dois tipos dessas posições, que são

Um pesquisador necessita obter informações sobre um arquivo do IBGE, mas não está certo sobre qual. Nesse caso, o arquivista deverá indagar ao pesquisador sobre nomes, termos, códigos ou expressões que possam ser usados para a pesquisa, identificação e localização das descrições arquivísticas. Esses elementos de informação que levam ao arquivo desejado são os(as)

O arquivista de uma universidade recebe documentação de várias unidades acadêmicas e verifica que, devido às suas características, os documentos recebidos são para a guarda permanente. Desse modo, a partir da identificação dos órgãos que enviaram a documentação, será possível colocar os documentos recolhidos no quadro de

É notório para os arquivistas que um documento de arquivo só tem sentido se relacionado ao meio que o produziu. O conjunto desses documentos deve retratar as funções e a infraestrutura do órgão gerador. Assim, esse conjunto vai refletir, de forma natural, suas atividades-meio e fim. Esta é a base que preside a organização dos arquivos permanentes, ou seja, a teoria de

Ao desenvolver arranjo de documentos permanentes de uma empresa, um arquivista analisa o material a ser arranjado em termos de: 1- conteúdo, 2- proveniência, 3- tipo de material, 4- origens funcionais; 5- história da entidade.

Destes, somente dois podem ser detectados por meio do exame da documentação, que são os de números

A Norma Brasileira de Descrição Arquivística deve ser aplicada a qualquer descrição de qualquer documento, independente do gênero ou suporte. Essa norma apresenta oito áreas que compreendem 28 elementos de descrição.

A área que referencia a existência e a localização de cópias, como, por exemplo, fotografias digitalizadas, é conhecida como
Em arquivos públicos, a descrição é fundamental para promover o pleno acesso aos documentos.
Esse procedimento se verifica no exemplo abaixo.

BRAN1H3
Exame Contábil
1905 a 1927
Série

No caso acima, o elemento série corresponde

Para efetivar o acesso aos documentos permanentes de qualquer instituição, pública ou privada, o arquivista pode elaborar vários instrumentos, mas só um vai descrever os conjuntos documentais ou partes dos fundos. Este instrumento segue, fundamentalmente, a ordem sequencial dos verbetes, sem fazer seleção ou pular documentos, sendo que a apresentação pode seguir ou não a disposição física dos documentos. Este instrumento é o(a)

O potencial de informações de um depósito de arquivos somente chega até o usuário por intermédio de instrumentos de pesquisa, que resumem e localizam os documentos dentro de um arquivo permanente e podem ser genéricos e globais. Dentre estes instrumentos encontram-s

A descrição arquivística denominada multinível implica grande trabalho com o acervo por parte dos arquivistas, levando o usuário a ter acesso aos vários campos e subcampos da informação pesquisada.

Assim, cada nível do arranjo corresponde a um nível de descrição da seguinte forma:

A descrição arquivística é uma tarefa muito difícil e exige padrões específicos para o seu desenvolvimento. O CONARQ editou a Resolução no 28 que dispõe sobre a Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE) onde são apresentadas várias orientações para uma eficiente descrição.

Além disso, com o propósito de facilitar a identificação de cada instituição, imprescindível em todos os níveis de descrição arquivística, a NOBRADE adotou uma norma específica para essa finalidade, e que deve ser utilizada pelo arquivista no momento da descrição, que é a

Na análise tipológica dos documentos de arquivos, não é suficiente, para o arquivista, conhecer a estrutura da espécie documental. É necessário relembrar os princípios fundamentais que regem a organização dos arquivos.

Esses princípios que constituem o marco principal da arquivística são:

Para a realização do processo de arranjo, se não for conservada a classificação que o documento já possuía na primeira idade, o arquivista deve analisar o material em termos de proveniência, história da entidade, origens funcionais, tipo de material e conteúdo.

Dos cinco requisitos apresentados, os três primeiros referem- se a

O arranjo deve ser baseado na forma administrativa da instituição. Para muitos pesquisadores, contudo, sem a formação em Arquivologia, seria mais conveniente que o arranjo fosse cronológico, temático ou geográfico.

Esse arranjo, no entanto, faria desaparecer a percepção da razão de ser do documento, porque

O inventário é um instrumento de pesquisa muito utilizado em todos os arquivos públicos, pois descreve os conjuntos documentais de maneira sumária, facilitando a consulta e o acesso aos documentos.

A montagem de um inventário é formada por uma sequência de verbetes, que são:

Em um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos, têm que ser apresentados os períodos previstos para atendimento, como, por exemplo, “24X7”, correspondendo ao atendimento contínuo, ou “6X5”, que indica seis horas por dia útil.

Conforme o SIGAD, esses são requisitos de
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