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    Um homem branco, com quarenta e nove anos de idade,  tabagista, sedentário, hipertenso, portador de doença coronariana há  três anos, foi acometido de infarto agudo do miocárdio (IAM) e  encaminhado para reavaliação da hipertensão arterial, uma vez que   começou a apresentar refratariedade às três classes distintas de anti-hipertensivos em uso regular e nas doses máximas preconizadas (atenolol, anlodipino e hidroclorotiazida). Ele tem apresentado  crises hipertensivas frequentes no último semestre. No momento, encontra-se assintomático. No exame físico, as  únicas anormalidades constatadas foram níveis elevados da pressão arterial (PA) — 180 mmHg × 120 mmHg — e retinopatia hipertensiva, com exsudato e hemorragia em fundo de olho.  Os exames complementares realizados apresentaram os  seguintes resultados: sódio = 142 mEq/L, potássio = 4,8 mEq/L,  uréia = 64 mg/dL, creatinina = 1,8 mg/dL, glicemia de  jejum = 113 mg/dL, colesterol total = 170 mg/dL,  triglicerídios = 136 mg/dL, ácido úrico = 5,8 mg/dL. O ultrassom  do abdome revelou apenas assimetria renal. A radiografia de tórax  apresentou resultado normal.

No caso clínico descrito no texto, a hipótese diagnóstica mais provável é de

Uma paciente de cinquenta e um anos de idade, sedentária
e hipertensa procurou o ambulatório para realizar exame periódico.
A paciente apresentava-se assintomática e relatou que fazia uso de
clortalidona, na dosagem de 25 mg ao dia. No exame físico, foi
constatado que seu índice de massa corporal (IMC) era de 31 kg/m 2,
sua pressão arterial (PA), de 142 mmHg × 94 mmHg (obtida pela
média de três medidas), sua frequência cardíaca (FC), de 74 bpm e
sua circunferência abdominal, de 95 cm. O exame de sangue
mostrou os seguintes resultados: triglicerídios = 192 mg/dL,
colesterol total = 255 mg/dL, fração HDL do
colesterol = 35 mg/dL, fração LDL do colesterol = 180 mg/dL e
glicemia de jejum = 108 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais
exames de sangue solicitados apresentaram resultados normais.

A partir do caso clínico apresentado acima, julgue os itens que se
seguem.

Para a obtenção da meta pressórica preconizada para essa paciente, que é de 140 mmHg × 90 mmHg, são indicadas apenas medidas não farmacológicas, como redução do peso corporal e prática de exercícios físicos.

A segurança e a efetividade oferecidas pelos sistemas de
estimulação artificial fizeram que tais procedimentos se tornassem
indispensáveis em cenários de pronto-socorro e unidades
coronarianas. Acerca dos sistemas de marca-passos (MP)
provisórios e da estimulação cardíaca temporária, julgue os itens
que se seguem.

No desligamento do MP provisório/externo, a interrupção da estimulação deve ser preferencialmente feita de forma abrupta, para que se evite o risco de um longo período de assistolia.

Estima-se que a hipertensão arterial acometa cerca de um quarto da
população adulta, no mundo todo. A esse respeito, julgue os itens
a seguir.

A monitorização ambulatorial da pressão arterial é recomendada nas suspeitas de hipertensão do jaleco branco, de hipertensão noturna, de hipotensão ortostática e de insuficiência autonômica.

Com relação à avaliação funcional pela ergoespirometria (teste
cardiopulmonar) de indivíduos sadios e cardiopatas, julgue os itens
seguintes.

Segundo a II D-TE-SBC, a solicitação da ergoespirometria para prescrição de exercício em atletas de elite é considerada de grau A e nível de evidência 2.

Considerando o mecanismo de parada cardíaca denominado de
atividade elétrica sem pulso (AESP), julgue os itens
subsequentes.

A adrenalina (administrada a cada 3-5 minutos), uma dose de vasopressina (pode substituir a primeira ou segunda dose de adrenalina) e atropina (em caso de AESP com ritmo lentificado) são exemplos de medicamentos administrados por via intravenosa ou no tubo orotraqueal, utilizados no manejo dessa modalidade de parada cardíaca, em associação com os demais procedimentos de suporte avançado de vida.

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