Paciente de 37 anos, assintomática, sem comorbidades, não tabagista, apresenta tomografia computadorizada de tórax realizada por outro motivo, evidenciando nódulo pulmonar sólido, não calcificado, de 4 mm, com margens regulares, sem outras alterações. Trata-se de achado incidental em paciente de baixo risco para neoplasia pulmonar. Diante desse achado, a conduta mais adequada é:
Paciente masculino, 55 anos, com antecedente apenas de diabetes melito, iniciou há 10 dias com coriza, mialgias e febre autolimitada de até 38,1 o C. Obteve melhora discreta dos sintomas iniciais, mas, há 2 dias, iniciou com dispneia aos moderados esforços, que evoluiu para os pequenos esforços, motivo pelo qual buscou atendimento de emergência. Há 2 dias, realizou também teste molecular rápido em swab nasal para vírus influenza em laboratório externo, com resultado positivo para influenza A. Ao exame, se apresenta lúcido, comunicativo e colaborativo, negando dispneia em repouso, com pressão arterial de 124/78 mmHg; frequência cardíaca de 88bpm; temperatura axilar de 36,7 oC; frequência respiratória de 28 irpm; e saturação de oxigênio de 79% em ar ambiente, sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A ausculta cardíaca não tem alterações significativas, e a ausculta pulmonar apresenta estertores finos bilaterais. Após oferta de oxigênio sob máscara com reservatório a 10 L/min, o paciente passou a apresentar saturação de oxigênio de 94% e frequência respiratória de 24 irpm, mantendo sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A gasometria arterial inicial após a instalação da máscara de O2 mostra os seguintes parâmetros: pH = 7,44; PaCO2 = 34 mmHg; PaO2 = 74 mmHg; Saturação de O2 = 95%; e Bicarbonato = 22 mMol/L. O paciente foi internado, iniciando tratamento com oseltamivir, cobertura antibiótica empírica para pneumonia adquirida na comunidade e coriticoterapia com hidrocortisona, permanecendo monitorado com oferta de oxigênio sob máscara de reservatório. No dia seguinte, pela manhã, o paciente persistia com bom estado neurológico, negando dispneia em repouso, com frequência respiratória de 28 irpm, saturação de oxigênio 93% com máscara com reservatório de O2 a 15 L/min, sem tiragens ou uso de musculatura respiratória acessória. A nova gasometria arterial mostrava os seguintes parâmetros: pH = 7,38; PaCO2 = 37 mmHg; PaO2 = 70 mmHg; Saturação de O2 = 92%; e Bicarbonato = 23 mMol/L. Considerando os métodos disponíveis para oferta de oxigênio suplementar e de suporte ventilatório, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo feminino, 25 anos, previamente hígida, iniciou, há 15 dias, quadro de dor torácica ventilatório-dependente e padrão pleurítico à esquerda, associado a febre vespertina (37,5 ºC), tosse seca e episódios de escarros hemoptoicos. Ao exame físico, apresenta estado geral regular, saturação de O2 em ar ambiente 93% e murmúrio vesicular abolido em base esquerda. Rx de tórax evidenciou derrame pleural moderado à esquerda. Qual a principal hipótese diagnóstica e qual exame para confirmar o diagnóstico?