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Em meio a tanta notícia ruim, acaba de aparecer uma que
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças
, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixodo
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.

?uenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.

A indagação feita pelo texto logo ao final do primeiro parágrafo permite as mais diversas respostas, entre as quais a possibilidade de que as múltiplas formas de carência que envolvem "meninos e meninas" de hoje os tornem presas fáceis das diversificadas formas de redes criminosas, a exemplo do narcotráfico.

Em meio a tanta notícia ruim, acaba de aparecer uma que
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças
, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixodo
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.

?uenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.

Provavelmente pela forte demanda, materializada sobretudo nos países emergentes, nos quais o quadro de desigualdade tende a ser maior, as ONGs concentram sua atuação no campo social, em particular nos setores da educação e da saúde.

Para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, "a triste verdade é que o mundo hoje é um lugar muito mais desigual do que há 40 anos". Ele reconheceu a existência de um desequilíbrio comercial imposto pelas políticas dos países desenvolvidos. Para Annan, "essas quatro décadas também testemunharam o surgimento de novas oportunidades de desenvolvimento e de novos obstáculos". O secretário-geral da ONU fez coro às constantes reclamações de países em desenvolvimento a respeito das negociações de livre comércio.

Correio Braziliense, 13/6/2004, p. 11 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos econômicos, políticos e sociais marcantes do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

Seguindo a linha de raciocínio do secretário-geral da ONU, entre os "novos obstáculos" ao desenvolvimento deve-se incluir a AIDS, com sua ação devastadora e potencialmente desestabilizadora, especialmente em regiões da Ásia e da África.

A baixa escolaridade atrasa o diagnóstico do câncer e reduz as chances de cura. É o que demonstra um estudo do Hospital do Câncer de São Paulo, que analisou a taxa de sobrevida de 2.741 pacientes adultos nos últimos três anos. Essa taxa indica a probabilidade de estar vivo no período de realização da pesquisa. O estudo, inédito no país, mostra que, entre os que descobriram a doença em fase mais avançada, 61% estudaram até a 8.ª série do ensino fundamental. O restante tinha concluído o ensino médio ou o superior. O peso da escolaridade no diagnóstico precoce fica bem claro no câncer de mama, o que mais mata as brasileiras: 73,3% das mulheres que detectaram o tumor em estágio inicial tinham o ensino médio ou o superior completo.

Folha de S. Paulo, 15/6/2004, p. C1 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos a ele ligados, julgue os itens subseqüentes.

No Brasil, milhões de crianças estão fora da escola, mesmo no ensino fundamental, por falta de escolas e de professores.

Em meio a tanta notícia ruim, acaba de aparecer uma que
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças
, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixodo
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.

?uenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.

O texto reporta-se a trabalho realizado por organizações nãogovernamentais, as quais traduzem um modo de atuação na sociedade muito próprio do mundo contemporâneo, cuja presença em escala planetária afirma-se de maneira crescente, em especial a partir das últimas décadas do século XX.

A baixa escolaridade atrasa o diagnóstico do câncer e reduz as chances de cura. É o que demonstra um estudo do Hospital do Câncer de São Paulo, que analisou a taxa de sobrevida de 2.741 pacientes adultos nos últimos três anos. Essa taxa indica a probabilidade de estar vivo no período de realização da pesquisa. O estudo, inédito no país, mostra que, entre os que descobriram a doença em fase mais avançada, 61% estudaram até a 8.ª série do ensino fundamental. O restante tinha concluído o ensino médio ou o superior. O peso da escolaridade no diagnóstico precoce fica bem claro no câncer de mama, o que mais mata as brasileiras: 73,3% das mulheres que detectaram o tumor em estágio inicial tinham o ensino médio ou o superior completo.

Folha de S. Paulo, 15/6/2004, p. C1 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos a ele ligados, julgue os itens subseqüentes.

Citado no texto, o ensino fundamental é, segundo dispõe a legislação brasileira, a fase de escolaridade obrigatória, a ser cumprida regularmente entre os sete e os quatorze anos de idade, o que não impede que pessoas situadas em outra faixa etária a ele tenham acesso.

Em meio a tanta notícia ruim, acaba de aparecer uma que
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças
, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixodo
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.

?uenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.

Exaustivos estudos técnicos demonstram que a baixa incidência de ONGs em países em desenvolvimento, como o Brasil, e sua conseqüente inoperância decorrem da dificuldade - até agora intransponível - que encontram para firmar parcerias com o setor governamental, o que praticamente inviabiliza seu acesso a recursos públicos.

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