Mark the option that completes the excerpt below correctly.
[...] Then he ______ I ______ a lot, and I ______ that I did. He ______ where, and I ______ him that I ______ throughout Europe and to the east coast in America, primarily.

(MCDANIEL, Phyllis. Over the line: a Detective Bendix mystery VI. 2013. p. 200)

Analise as afirmativas abaixo referentes à entropia.

I - Num dia úmido, o vapor de água se condensa sobre uma superfície fria. Na condensação, a entropia da água diminui.

II - Num processo adiabático reversível, a entropia do sistema se mantém constante.

III - A entropia de um sistema nunca pode diminuir.

IV - A entropia do universo nunca pode diminuir.

Assinale a opção que contém apenas afirmativas corretas.

Choose the best option to rewrite the sentence keeping the same meaning.

On July 2nd , 2009, Peter asked Jane: "What time are we meeting tomorrow"?

Peter wanted to know what time...

TEXTO 2

Minha amiga me pergunta: por que você fala sempre nas coisas que acontecem a primeira vez e, sobretudo, as compara com a primeira vez que você viu o mar? Me lembro dessa cena: um adolescente chegando ao Rio e o irmão lhe prevenindo: "Amanhã vou te apresentar o mar." Isto soava assim: amanhã vou te levar ao outro lado do mundo, amanhã te ofereço a Lua. Amanhã você já não será o mesmo homem.

E a cena continuou: resguardado pelo irmão mais velho, que se assentou no banco do calçadão, o adolescente, ousado e indefeso, caminha na areia para o primeiro encontro com o mar. Ele não pisava na areia. Era um oásis a caminhar. Ele não estava mais em Minas, mas andava num campo de tulipas na Holanda. O mar a primeira vez não é um rito que deixe um homem impune. Algo nele vai-se a profundar.

Eo irmão lá atrás, respeitoso, era a sentinela, o sacerdote que deixa o iniciante no limiar do sagrado, sabendo que dali para a frente o outro terá que, sozinho, enfrentar o dragão. E o dragão lá vinha soltando pelas narinas as ondas verdes de verão. E o pequeno cavaleiro, destemido e intimidado, tomou de uma espada ou pedaço de pau qualquer para enfrentar a hidra que ondeava mil cabeças, e convertendo a arma em caneta ou lápis começou a escrever na areia um texto que não terminará j amais. Que é assim o ato de escrever: mais que um modo de se postar diante do mar, é uma forma de domar as vagas do presente convertendo-o num cristal passado.

Não, não enchi a garrafinha de água salgada para mostrar aos vizinhos tímidos retidos nas montanhas, e fiz mal, porque muitos morreram sem jamais terem visto o mar que eu lhes trazia. Mas levei as conchas, é verdade, que na mesa interior marulhavam lembranças de um luminoso encontro de amor com o mar.

Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar.Fiquei perplexo. Não sabia que o mar fosse algo que se explicasse. Nem me lembro da descrição. Me lembro apenas da pergunta. Evidentemente eu não estava pronto para a resposta. A resposta era o mar. E o mar eu conheci, quando pela primeira vez aprendi que a vida não é a arte de responder, mas a possibilidade de perguntar.

Os cariocas vão achar estranho, mas eu devo lhes revelar: o carioca, com esse modo natural de ir à praia, desvaloriza o mar. Ele vai ao mar com a sem-cerimônia que o mineiro vai ao quintal. E o mar é mais que horta e quintal. É quando atrás do verde-azul do instante o desejo se alucina num cardume de flores no jardim. O mar é isso: é quando os vagalhões da noite se arrebentam na aurora do sim.

Ver o mar a primeira vez, lhes digo, é quando Guimarães Rosa pela vez primeira, por nós, viu o sertão. Ver o mar a primeira vez é quase abrir o primeiro consultório, fazer a primeira operação. Ver o mar a primeira vez é comprar pela primeira vez uma casa nas montanhas: que surpresas ondearão entre a lareira e a mesa de vinhos e queijos!

O mar é o mestre da primeira vez e não para de ondear suas lições. Nenhuma onda é a mesma onda. Nenhum peixe o mesmo peixe. Nenhuma tarde a mesma tarde. O mar é um morrer sucessivo e um viver permanente. Ele se desfolha em ondas e não para de brotar. A contemplá-lo ao mesmo tempo sou jovem e envelheço.

O mar é recomeço.

(SANT'ANNA, Affonso Romano de. O mar, a primeira vez. In: _____ . Fizemos bem em resistir: crônicas selecionadas. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p.50-52. Texto adaptado.)

Que opção pode substituir o pronome sublinhado no trecho "Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar." (5°§), de acordo com a norma padrão, sem alterar o sentido do enunciado?

American Students Test Well in Problem Solving, but Trail Foreign Counterparts

Fifteen-year-olds in the United States scored above the average of those in the developed world on exams assessing problem-solving skills, but they trailed several countries in Asia and Europe as well as Canada, according to International standardized tests results released on Tuesday.

The American students who took the problem-solving tests in 2012, the first time they were administered, did better on these exams than on reading, math and Science tests, suggesting that students in the United States are better able to apply knowledge to real-life situations than perform straightforward academic tasks.

Still, students who took the problem-solving tests in countries including Singapore, South Korea, Japan, several provinces of China, Canada, Australia, Finland and Britain all outperformed American students.

"The good news is that problem solving still remains a relatively strong suit for American students," said Bob Wise, former governor of West Virginia and president of the Alliance for Excellent Education, a national policy and advocacy group focused on improving high schools. "The challenge is that a lot of other nations are now developing this and even moving ahead. So where we used to, in an earlier era, dominate in what we called the deeper learning skills — Creative thinking, criticai thinking and the ability to solve problems — in terms of producing the workers that are increasingly needed in this area, other nations are coming on strong and in some cases surpassing us ."

The new problem-solving exams were administered to a subset of 15-year-olds in 28 countries who sat for the Program for International Student Assessment, a set of tests every three years commonly known as PISA and given by the Organization for Economic Cooperation and Development, a Paris-based group whose members include the world's wealthiest nations. Almost 1,275 American students took the exams.

Critics of the rankings on International tests have tended to characterize the high performance of Asian countries in particular as demonstrating the rote learning of facts and formulas. But the problem-solving results showed that students in the highest-performing nations were also able to think flexibly. Even on Interactive tasks, the American students' strength, all the Asian countries that participated in this round of exams outperformed the United States.

"To understand how to navigate a complex problem and exercise abstract reasoning is actually a very strong point for the Asian countries," said Francesco Avvisati, an analyst on the PISA team at the O.E.C.D.

(Adapted from http://www.nytimes.com)

Considering the text, the words "trailed" (lst paragraph) and "outperformed" (3rd and 6th paragraphs) mean respectively "followed _______ " and "did _________ ".
Considere P(x) =(m- 4)(m2 + 4)x5 + x2 + kx +1 um polinômio na variável real x , em que m e k são constantes reais. Quais os valores das constantes m e k para que P(x) não admita raiz real?

O dono do livro


Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.

Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.

O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto? Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.

Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros - aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: "Quem escreveu o livro?".

O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada - comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.

O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. É do leitor o prazer. É do leitor a identificação. É do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.

Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.

Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.

Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.

Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono.

(Martha Medeiros. JORNAL ZERO HORA - 06/11/11./ Revista O Globo, 25 de novembro de 2012.)

Ao discutir a questão sobre “quem é o dono do livro", no texto, o verbo ser fica em evidência. Assinale a opção em que a concordância da forma verbal destacada está correta, de acordo com a norma-padrão.

TEXTO 1


Leia o texto abaixo e responda a questão.


O Português é, sem sombra de dúvida, uma das quatro grandes línguas de cultura do mundo, não obstante outras poderem ter mais falantes. Nessa língua se exprimem civilizações muito diferentes, da África a Timor, da América à Europa - sem contar com milhões de pessoas em diversas comunidades espalhadas pelo mundo.

Essa riqueza que nos é comum, que nos traz uma literatura com matizes derivados de influências culturais muito diversas, bem como sonoridades e musicalidades bem distintas, traz-nos também a responsabilidade de termos de cuidar da sua preservação e da sua promoção.

A Língua Portuguesa não é propriedade de nenhum país, é de quem nela se exprime. Não assenta hoje - nem assentará nunca - em normas fonéticas ou sintáticas únicas, da mesma maneira que as palavras usadas pelos falantes em cada país constituem um imenso e inesgotável manancial de termos, com origens muito diversas, que só o tempo e as trocas culturais podem ajudar a serem conhecidos melhor por todos.

Mas porque é importante que, no plano externo, a forma escrita do Português se possa mostrar, tanto quanto possível, uniforme, de modo a poder prestigiar-se como uma língua internacional de referência, têm vindo a ser feitas tentativas para que caminhemos na direção de uma ortografia comum.

Será isso possível? Provavelmente nunca chegaremos a uma Língua Portuguesa que seja escrita de um modo exatamente igual por todos quantos a falam de formas bem diferentes. Mas o Acordo Ortográfico que está em curso de aplicação pode ajudar muito a evitar que a grafia da Língua Portuguesa se vá afastando cada vez mais.

O Acordo Ortográfico entre os então "sete" países membros da CPLP (Timor-Leste não era ainda independente, à época) foi assinado em 1990 e o próprio texto previa a sua entrada em vigor em 1 de janeiro de 1994, desde que todos esses "sete” o tivessem ratificado até então.

Quero aproveitar para sublinhar uma realidade muitas vezes escamoteada: Portugal foi o primeiro país a ratificar o Acordo Ortográfico, logo em 1991. Se todos os restantes Estados da CPLP tivessem procedido de forma idêntica, desde 1994 que a nossa escrita seria já bastante mais próxima.

Porque assim não aconteceu, foi necessário criar Protocolos Adicionais, o primeiro para eliminar a data de 1994, que a realidade ultrapassara, e o segundo para incluir Timor-Leste e para criar a possibilidade de implementar o Acordo apenas com três ratificações.

Na votação que o parlamento português fez, há escassos meses, desse segundo Protocolo, apenas três votos se expressaram contra. Isto prova bem que, no plano oficial, há em Portugal uma firme determinação de colocar o Acordo em vigor, não obstante existirem, na sociedade civil portuguesa - como, aliás, acontece em outros países, mesmo no Brasil -, vozes que o acham inadequado ou irrelevante.

O Governo português aprovou, recentemente, a criação de um fundo para a promoção da Língua Portuguesa, dotado com uma verba inicial de 30 milhões de euros e aberto à contribuição de outros países. Esperamos que esta medida, ligada às decisões comuns que agora saíram da Cúpula de Lisboa da CPLP, possa ajudar a dar início a um tempo novo para que o Português se firme cada vez mais no mundo, como instrumento de poder e de influência de quantos o utilizam.

A Língua Portuguesa é um bem precioso que une povos que o mar separa mas que a afetividade aproxima. Como escrevia o escritor lusitano Vergílio Ferreira:

Da minha língua vê-se o mar.

Da minha língua ouve-se o seu rumor,

como da de outros se ouvirá o da floresta

ou o silêncio do deserto.

Por isso a voz do mar

foi a da nossa inquietação.

(COSTA, Francisco Seixas da. A língua do mar. JornalO Globo, 28 jul. 2008. Texto adaptado.)

GLOSSÁRIO

CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Em que opção o referente do termo sublinhado está corretamente indicado?
Which is the correct option to complete the sentence below?
I don't know how some teachers _____ such disrespectful and rude students.

Too many third graders can’t read this sentence

9 Feb. 2017- Editor's Picks


Two-thirds of U.S. third graders face challenges that will impact their future, including academic struggles that could lead to dimmer academic and career prospects. Sadly, only one in three U.S. students demonstrates reading proficiency at the end of third grade. This has alarming consequences for these children, and for our country.

A report released today from the Business Roundtable (BRT) sheds light on this troubling trend in American education, and advises business leaders on how they can help put more children on a path to success.

(...)

I’ve heard it said that before third grade, students are learning to read, while after third grade, they’re reading to learn. Grade three is a critical crossroads in a life's journey. If you’ve read this far, then you understand why this is so important. Not enough of our young learners can say the same.

I encourage you to read the BRT report. As you read, please consider ways to help our schools and our teachers keep students on paths to bright futures.

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Michel Jonas


Really, all I read was blabla wa wa wa. Are you Charlie Brown’s teacher? If we can't understand our children who are crying out for help and direction, then there is something wrong with you. Please go back and check yourself! They are worth so much more.


Rick Shire


Thanks for sharing. With two young children, I increasingly think about the importance of early childhoodeducation. Pre-k care is far too inaccessible, ultimately magnifying inequality from the earliest stages of life.


Tom Franks


What exactly is education? Academic education doesn't make someone a better person or even a better employee, I would guess that anything we learn in the education process is at the most 10% useful to us as people. Education should teach academia but also life skills such as budgeting, EQ skills, languages etc., all the elements to be a successful person and not necessarily a successful professional.

(Adapted from https ://www.linkedin.com)

By reading the text, we CANNOT state that the pronoun
Read the text below and answer question.

Time to envision legal recourse for climate refugees

As gradually worsening climate patterns and severe weather events prompt an increase in human mobility, people who choose to move will do so with little legal protection. The current system of international law is not equipped to protect climate migrants, as there are no legally binding agreements obliging countries to support climate migrants.
While climate migrants who flee unbearable conditions resemble refugees, the legal protections afforded to refugees do not extend to them. In the aftermath of World War Il, the United Nations established a system to protect civilians who had been forced from their home countries by political violence. Today, there are almost 20.4 million officially designated refugees under the protection of the United Nations High Commission for Refugees (UNHCR), but there is an additional group of 21.5 million people who flee their homes as a result of sudden onset weather hazards every year.
The UNHCR has refused to grant these people refugee status, instead designating them as “environmental migrants,” in large part because it lacks the resources to address their needs. But with no organized effort to supervise the migrant population, these desperate individuals go where they can, not necessarily where they should. As their numbers grow, it will become increasingly difficult for the international community to ignore this challenge. As severe climate change displaces more people, the international community may be forced to either redefine “refugees” to include climate migrants or create a new legal category and accompanying institutional framework to protect climate migrants. However, opening that debate in the current context would be very difficult. Currently, the atmosphere in Europe and the U.S. would most likely lead to limiting refugee protections rather than expanding them.

(Adapted from https://www.brookings.edu)
Choose the correct option according to the text.
Which is the correct option to complete the text below?
Personnel aboard HMS Queen Elizabeth _______ in a sports day to reinvigorate interest in team sports.
The event, led by the NAVYfit team at HMS Temeraire, working under Covid-19 guidance, provided an opportunity for personnel to ______ in a range of activities, designed to show the importance of sport and fitness to health and well-being.

(“Sporting opportunities for carrier personnel”, Naval News, p. 36, December 2020.)
Um recipiente cúbico de aresta 4cm está apoiado em um plano horizontal e contém água até uma altura de 3cm. Inclina-se o cubo, girando de um ângulo α em torno de uma aresta da base, até que o liquido comece a derramar. A tangente do ângulo α é
Dois navios da Marinha de Guerra, as Fragatas Independência e Rademaker, encontram-se próximos a um farol. A Fragata Independência segue em direção ao norte com velocidade de 15√2 nós e a Fragata Rademaker, em direção ao nordeste com velocidade de 20 nós. Considere que ambas as velocidades foram medidas em relação ao farol. Se na região há uma corrente marítima de 2,0 nós no sentido norte-sul, qual o módulo da velocidade relativa da Fragata Independência, em nós, em relação à Fragata Rademaker?
Read the text below and answer question.


U.K. hospitals are overburdened. But the British love their universal health care

March 7, 2018

When Erich McElroy takes the stage at comedy clubs in London, his routine includes a joke about the first time he went to see a doctor in Britain.
Originally from Seattle, McElroy, 45, has lived in London for almost 20 years. A stand-up comedian, he's made a career out of poking fun at the differences in the ways Americans versus Britons see the world - and one of the biggest differences is their outlook on health care.
"| saw a doctor, who gave me a couple pills and sent me on my way. But | still hadn't really done any paperwork. | was like, 'This isn't right! " McElroy says onstage, to giggles from the crowd. "So | went back to the same woman, and | said, 'What do | do now?! And she said, You go home! "
The mostly British audience erupts into laughter.
McElroy acknowledges it doesn't sound like much of a joke. He's just recounting his first experience at a UK. public hospital. But Britons find it hilarious, he says, that an American would be searching for a cash register, trying to find how to pay for treatment at a doctor's office or hospital. Itis a foreign concept here, McElroy explains.
Onstage, McElroy recounts how, when the hospital receptionist instructed him to go home, he turned to her and exclaimed, "This is amazing!"
Amazing, he says, because he did not have to pay - at least not at the point of service. In Britain, there is a state-funded system called the National Health Service, or NHS, which guarantees care for all. That means everything from ambulance rides and emergency room visits to long hospital stays, complex surgery, radiation and chemotherapy - are all free. They are paid for with payroll taxes. In addition, any medication you get during a hospital visit is free, and the cost of most prescription drugs at a pharmacy are cheap - a few dollars. (Private health care also exists in the U.K., paid out-of-pocket or through private insurance coverage, but only a small minority of residents opt for it.)
Since the 2008 financial crisis, the U.K., like many countries, has been taking in less tax revenue - so it has had to cut spending. Its expenditure on the National Health Service has still grown, but at a slower pace than before. [...] Wait times at the emergency room are up, says Richard Murray, policy director at the King's Fund, a health care think tank.
"If the ER is really busy, it makes the ambulances queue outside the front door - not great," Murray says. "And in some cases, the hospital is simply full."

(Adapted from https://www.npr.org)
According to the text, which option is correct?
Which word best completes the question below?
_______ advice do you follow more, your parents' or your friends' advice?
Considere um projétil arremessado de uma posição a 1,0 metro de altura do solo, com um ângulo de 37º em relação à horizontal. Existe um alvo a 8,0 m de distância, na horizontal, da posição de lançamento do projétil, e a 2,0 metros de altura do solo. Calcule o módulo da velocidade inicial do projétil para que ele acerte o alvo e assinale a opção correta.
Dados: sen 37º = 0,60; cos 37º = 0,80; g = 10 m/s2
Uma máquina térmica, funcionando entre as temperaturas de 300 K e 600 K fornece uma potência útil, Pu, a partir de uma potência recebida, Pr. O rendimento dessa máquina corresponde a 4/5 do rendimento máximo previsto pela máquina de Carnot. Sabendo que a potência recebida é de 1200 W, a potência útil, em watt, é
Um aspirante da Escola Naval tem, em uma prateleira de sua estante, 2 livros de Cálculo, 3 livros de História e 4 livros de Eletricidade. De quantas maneiras ele pode dispor estes livros na prateleira de forma que os livros de cada disciplina estejam sempre juntos?
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