As proposições do Movimento de Reforma Sanitária Brasileira eram dirigidas, basicamente, à construção de uma nova política de saúde, e para tanto considerava como elementos essenciais para a reforma do setor a
Analise o caso:

Atendimento a paciente que sofreu queda de muro de 2 metros de altura e apresenta os seguintes sinais importantes: deformação e desalinhamento do braço esquerdo, ruptura da pele, impossibilidade em mover o braço e queixa de dor, creptação durante a palpação.

Assinale a alternativa CORRETA em relação ao trauma apresentado.
Sobre o atendimento pré-hospitalar de vítimas de trauma é INCORRETO afirmar que
Quais são os materiais e equipamentos utilizados na imobilização de fraturas de ossos longos?

Marque a alternativa CORRETA.
“Sinalizador óptico e acústico; equipamento de radiocomunicação em contato permanente com a central reguladora; maca com rodas; suporte para soro e oxigênio medicinal.”

De acordo com a Portaria GM 2048, essa é a definição dos materiais e equipamentos da ambulância de transporte:
As regras e convenções usadas na comunicação das redes de computadores são conhecidas como
A hipoglicemia é uma situação encontrada com frequência nos atendimentos do SAMU.
Sobre tal afirmação, assinale a alternativa INCORRETA.
A crise convulsiva, isoladamente, constitui um evento clínico que pode representar somente a manifestação de uma condição clínica aguda.

Dentre as assertivas abaixo, assinale aquela que NÃO faz parte dos objetivos do atendimento pré-hospitalar móvel.
Ao prestar primeiros socorros para vítimas de intoxicação exógena, o técnico de enfermagem deve coletar informações críticas para prestar o auxílio necessário.

Assinale a alternativa que NÃO contém uma informação crítica relevante.
Sabe-se que o papel da reposição volêmica em ambiente pré-hospitalar está bem definido. Recomenda-se a solução de cristalóide, ringer lactato ou cloreto de sódio a 0,9%.

Sobre esse tratamento, assinale a assertiva que NÃO representa uma indicação de reposição volêmica.
Segundo as atualizações propostas pela American Heart Association 2010, para RCP (Reanimação cardiopulmonar) assinale a assertiva INCORRETA.
Na avaliação primária de um homem de 30 anos, que sofreu colisão de moto, você observa que ele apresenta assimetria torácica, dificuldade respiratória, desvio da traqueia para a esquerda, cianose, distensão de veia jugular e deformidade no terço médio do fêmur esquerdo.

Determine a ordem do atendimento de urgência, relacionando os passos descritos na COLUNA I com as informações da COLUNA II.

COLUNA I                                                                     

1. 1° passo.                                                        
2. 2° passo.                                                        
3. 3° passo.                                                       
4. 4° passo.

COLUNA II

( ) Avaliar a ausculta torácica.
( ) Administrar oxigênio por máscara facial a 8l/min. 
( ) Aplicar o tracionador de fêmur. 
( ) Toracocentese de alívio.
                                                     
Assinale a alternativa que apresenta a sequencia de números CORRETA.
A abertura das vias aéreas em pacientes graves, que apresentam o nível de consciência comprometido, é a primeira conduta no atendimento de emergência, e em algumas situações, pode ser um desafio.

Dentre as técnicas citadas abaixo, assinale a considerada contra-indicada durante o atendimento pré-hospitalar.
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

É urgente recuperar o sentido de urgência

    Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo “online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
    Como muitos, tenho tentado descobrir qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho, obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não, mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas por sete dias, semana após semana.
    Me bani do mundo dos celulares, fechei essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
    Minha decisão não foi bem recebida pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é – há outras formas de me alcançar.
    Percebi também que, em geral, as pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo. Talvez mais gozo do que obrigação. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta imediata, catástrofes poderão acontecer.
    O celular ligado funciona como uma autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc.) não sobrevive sem mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
    Bem, eu não sou imprescindível a todo mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso ficar sem celular.
    A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
    Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia contemporânea.

BRUM, Eliane. Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum>  Acesso em: 12 set. 2013. Adaptado.
Considerando o texto, o significado da palavra sublinhada foi traduzido INCORRETAMENTE em
Nos chamados ao SAMU, quando se tratar de pacientes inconscientes, sempre se deve suspeitar de hipoglicemia. Em um ambiente pré-hospitalar esse estado representa um número importante de atendimentos.

Analise as seguintes assertivas sobre o primeiro atendimento da hipoglicemia e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) Caso o paciente ainda esteja acordado na chegada da equipe, esse deve ser orientado a ingerir alimentos contendo glicose.
( ) A avaliação inicial, nesse caso, não deve ser a sequência do “ABCD”, e o enfermeiro deve fazer imediatamente a dosagem de glicemia capilar.
( ) Em pacientes torporosos ou comatosos, está indicada a administração de 2 a 5 ampolas de solução glicosada a 50% por via endovenosa.
( ) Em pacientes torporosos ou comatosos, está indicada a administração de 1 ampola de glucagon por via intramuscular ou subcutânea, principalmente para uso extra-hospitalar.

Assinale a alternativa que representa a sequencia CORRETA.
O choque é uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório de prover adequado fornecimento de oxigênio para o corpo. Pode ser classificado quanto à etiologia e quanto e à gravidade.

De acordo com as classificações do choque, assinale a assertiva CORRETA.
A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos:

I. no âmbito da União, pelo Ministério da Saúde.
II. no âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.
III. no âmbito dos Municípios, pela respectiva Secretaria Municipal de Saúde ou órgão equivalente.
IV. no âmbito hospitalar, pelo médico responsável.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Sobre a participação da iniciativa privada no Sistema Único de Saúde (SUS), marque a alternativa INCORRETA.
Você é o enfermeiro da USA (Unidade de Suporte Avançado), sua equipe é acionada para um acidente com múltiplas vítimas e, no local, existem quatro vítimas.

Analise as assertivas abaixo e assinale aquela em que está CORRETO o encaminhamento a um centro de trauma.
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

É urgente recuperar o sentido de urgência

    Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo “online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
    Como muitos, tenho tentado descobrir qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho, obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não, mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas por sete dias, semana após semana.
    Me bani do mundo dos celulares, fechei essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
    Minha decisão não foi bem recebida pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é – há outras formas de me alcançar.
    Percebi também que, em geral, as pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo. Talvez mais gozo do que obrigação. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta imediata, catástrofes poderão acontecer.
    O celular ligado funciona como uma autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc.) não sobrevive sem mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
    Bem, eu não sou imprescindível a todo mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso ficar sem celular.
    A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
    Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia contemporânea.

BRUM, Eliane. Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum>  Acesso em: 12 set. 2013. Adaptado.
A autora prefere comunicar-se por e-mail porque este, diferentemente do celular, lhe permite
Página 1