As áreas da psicologia que se constituiram nas principais vertentes do comportamento microorganizacional são, exceto:

Existem três orientações para o planejamento estratégico: o planejamento conservador e defensivo, o planejamento otimizante e analítico e o planejamento prospectivo e ofensivo. Não é uma característica do planejamento otimizante e analítico:

A analise regional, segundo o Censo Agropecuário 1995/ 1996, permite avaliar a importância da agricultura familiar das diversas regiões, utilizando a participação ( em % ) no Valor Bruto da Produção (VBP) como indicador.

Correlacione as colunas:

1. Região Norte
2. Região Sul
3. Região Sudeste
4. Região Centro-Oeste
5. Região Nordeste

( ) 24,4 % do VBP regional
( ) 58,3% do VBP regional
( ) 16,3% do VBP regional
( ) 43,0% do VBP regional
( ) 57,1% do VBP regional


Assinale a correlação correta:

O instrumento de política agrícola que envolve leilões públicos, em que os interessados adquirem o produto diretamente do produtor ou cooperativa, é o:
A precisão, um dos critérios adotados sobre a questão do conteúdo de documentos, no processo de seleção de acervos, visa a:
Para a elaboração da referência de teses, dissertações, trabalho de conclusão de curso etc., segundo a NBR 6023- Informação e documentação- Referências – Elaboração, o procedimento correto é:
Dentre as várias patologias etiologicamente relacionadas com a inalação de poeiras de sílica-livre, na legislação brasileira, pode-se citar a:

A mudança na ordem dos termos altera o sentido fundamental do enunciado em:

Na hipótese de conduta penal e administrativamente ilícita, a prescrição da conduta penal:
Candidato aprovado em 1º lugar em concurso público para uma autarquia federal:

A armazenagem convencional tem como características:

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.

Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.
A argumentação desenvolvida ao longo do texto visa a justificar a seguinte proposição:
A rotatividade de pessoal é a conseqüência de certos fenômenos localizados interna ou externamente à organização que condicionam a atitude e o comportamento do pessoal. Dentre os fenômenos externos, pode(m)-se citar:

Sobre o modelo multiescalonado de eficácia na decisão em equipe não é correto afirmar:

Cada modalidade de transporte oferece uma série de vantagens e desvantagens para a movimentação de cargas, em particular dos granéis sólidos agrícolas. Sobre a economia dos transportes analise as afirmativas a seguir:

I - O transporte ferroviário tem custos fixos elevados, mas tem custos variáveis baixos.

II - O transporte rodoviário apresenta alta flexibilidade, mas não tem um comportamento sistemático sobre os valores dos fretes.

III - O transporte fluvial tem movimentação de cargas volumosas a baixas velocidades e apresenta o menor consumo de combustível.

As afirmativas corretas são:
Os mecanismos de comercialização de produtos agroindustriais foram desenvolvidos para conciliar uma demanda relativamente estável com uma oferta agrícola que flutua sazonal e aleatoriamente. Este é o principal desafio da comercialização de produtos agroindustriais.

Sobre a comercialização de produtos agroindustriais é correto afirmar:
O setor agrícola representa o elo frágil dos sistemas agroindustriais e os efeitos imediatos da desregulamentação setorial e da desorganização da política agrícola são mais fortes sobre a agropecuária.

Analise as afirmativas a seguir:

I - As mudanças de regras reduziram os custos de transação, uma vez que eliminaram os arranjos destinados a reduzir a especificidade temporal e geográfica dos produtos agropecuários.

II - O caráter sistêmico dos efeitos da desregulamentação encarrega-se de afetar a industria de primeiro e segundo processamentos.

III – A desregulamentação transferiu para os agentes econômicos a responsabilidade do processo de negociação da distribuição dos ganhos e perdas, elevando os custos de barganha.

As afirmativas corretas são:
A pior explicação [para o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo realizado recentemente no país] me parece ser a que divide o “não” e o “sim” entre bandidos e mocinhos. O “não” é o partido da bala, o “sim” é o partido da paz; o “não” defende o direito de matar, o “sim” é pela vida; o “não” é a opção pela barbárie, o “sim” é a escolha da civilização e coisas do gênero.

A explicação é maniqueísta na medida em que divide o mundo em bons e maus. É presunçosa quando coloca seu defensor do lado dos bons. É elitista e arrogante quando desrespeita a opinião de 60 milhões de brasileiros, reduzindo-os a partidários do mal ou, no mínimo, a idiotas enganados e manipulados por um grupo maquiavélico de fabricantes e comerciantes de armas

Creio haver certa concordância entre analistas sobre o fato de que a força da campanha do “não” consistiu em enfatizar dois pontos, o direito individual à legítima defesa e a crítica ao fracasso das políticas públicas de segurança, isto é, ao não-cumprimento pelo Estado do dever de proteger os cidadãos.

Sem entrar na discussão substantiva do tema, eu diria que a surpresa do resultado do referendo provém exatamente do fato de que tais argumento tenham encontrado recepção tão positiva. Houve seguramente fatores tópicos que afetaram os resultados, como a tradição gaúcha de uso de armas, as necessidades de defesa das populações de fronteira. Mas eles não explicam a vitória generalizada do “não”.

A surpresa vem, sobretudo, do eco encontrado pela defesa de um direito civil clássico, a proteção da própria vida. Pesquisa de opinião pública na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 1997, revelou muito baixa consciência de direitos, sobretudo políticos e civis. Do total de entrevistados, 57% não conseguiram mencionar nem um direito sequer. Apenas 2% mencionaram direitos políticos e 12% direitos civis. A situação só melhorava um pouco em relação aos direitos sociais, reconhecidos por 26% dos entrevistados.

O referendo veio mostrar que, colocados diante de um problema concreto de direitos, os eleitores identificaram com clareza um direito civil clássico. É sintomático também que, na pesquisa, a consciência de direitos variava na proporção direta da escolaridade. O “não” predominou exatamente entre os mais educados.

Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico, isto é, de um liberalismo do século 19. Mas, em nossa tradição estatista e patrimonial, desenvolver a consciência de direitos individuais, mesmo com um século de atraso, é, sem dúvida, uma novidade e mesmo um progresso.

O progresso do outro argumento não foi surpresa. Nossa tradição sempre atribuiu ao Estado a tarefa de resolver tudo, inclusive o problema da segurança (nesse ponto, aliás, ela não diverge da tradição do Estado gendarme). É o óbvio ululante que nossos governos, nos três níveis de administração, com ou sem contingenciamento de verbas, têm falhado miseravelmente em proteger o cidadão. Impedir que o cidadão decida se vai ou não comprar uma arma quando o governo não consegue defendê-lo, restringir um direito ao mesmo tempo que não se cumpre um dever - eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo “não”, concorde-se ou não com a decisão

Não por acaso, em Diadema, onde a prefeitura executa há cinco anos, antes do Estatuto do Desarmamento, uma política eficiente de segurança, o “sim” venceu, embora por pequena margem.

A frase em que ocorre forma verbal empregada para expressar, não a noção de tempo, mas a de hipótese ou possibilidade é:
A necessária vinculação da produção agroindustrial à oferta de produtos agrícolas subordina essa atividade às restrições ditadas pela natureza.

Assinale entre as opções a seguir a única incorreta:
O exame complementar e a periodicidade, previstos no Quadro II, da NR-7, para trabalhos com exposição a aerodispersóides fibrogênicos, deverá ser realizado de acordo com a opção:
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