A associação perversa entre bebidas alcoólicas e direção é punida com leis severas na maioria dos países. Nos Estados Unidos, quem provoca uma morte no trânsito dirigindo sob efeito de álcool pega vinte anos de cadeia. Em um caso, no estado de Carolina do Norte, o motorista foi condenado à prisão perpétua. Na Inglaterra, quem mata ao volante fica catorze anos encarcerado. Diante de exemplos como esses, o destino dos motoristas que dirigem embriagados no Brasil configura uma vergonha nacional. As leis brasileiras que tratam do assunto são brandas, e as punições, raras. Motoristas bêbados são deixados à solta nas ruas e estradas pela fiscalização deficiente. Dos 38 000 acidentes de trânsito ocorridos no país em 2008, 45% foram causados por motoristas embriagados. Em outros países, essa percentagem também é alta - 37% nos Estados Unidos, 28% na França. A diferença é que, no Brasil, os motoristas quase sempre são premiados com a impunidade. [...]
O caminho mais curto para evitar as mortes causadas por motoristas embriagados, naturalmente, é tirá-los das ruas. Mas o Código de Trânsito Brasileiro, na prática, dificulta essa ação. Ele estipula que qualquer condutor com concentração de álcool no sangue superior a 0,6 grama por litro pode ser preso em flagrante. A Constituição, porém, garante que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Por isso, o motorista pode se recusar a fazer o teste do bafômetro ou exames de sangue para medir o nível de alcoolemia. [...] A única punição do motorista, nesse caso, é uma multa de 957 reais pela recusa a se submeter aos exames. Diante desse quadro, não é surpresa que os motoristas embriagados continuem a ser uma praga nacional.

Revista Veja, edição 2156, nº 11, 17 de março de 2010.
No último parágrafo, o termo ou expressão que realça a relação entre as ações previstas no Código de Trânsito Brasileiro e na Constituição, no que se refere a uma possível punição do motorista bêbado, é:
Quanto ao poder regulamentar da administração pública, pode-se dizer que:
São condutas adequadas em caso de queimaduras de 2º grau:
TEXTO A

“Cada homem é uma raça.” A frase, título de um livro do escritor moçambicano Mia Couto, sintetiza a ideia de que cada indivíduo tem sua história, seu repertório cultural, seus desejos, suas preferências pessoais e, é claro, uma aparência física própria que, no conjunto, fazem dele um ser único. Rótulos raciais são, portanto, arbitrários e injustos. Mia Couto, com sua concepção universalista da humanidade, é citado algumas vezes em Uma Gota de Sangue - História do Pensamento Racial (Contexto; 400 páginas; 49,90 reais), do sociólogo paulistano Demétrio Magnoli, recém-chegado às livrarias. Trata-se de uma dessas obras ambiciosas, raras no Brasil, que partem de um esforço de pesquisa histórica monumental para elucidar um tema da atualidade. Magnoli estava intrigado com o avanço das cotas para negros no Brasil e resolveu investigar a raiz dessas medidas afirmativas. O resultado é uma análise meticulosa da evolução do conceito racial no mundo. Descobre-se em Uma Gota de Sangue que as atuais políticas de cotas derivam dos mesmos pressupostos clássicos sobre raça que embasaram, num passado não tão distante, a segregação oficial de negros e outros grupos. A diferença é que, agora, esse velho pensamento assume o nome de multiculturalismo - a ideia de que uma nação é uma colcha de retalhos de etnias que formam um conjunto, mas não se misturam. É o racismo com nova pele.
Em todos os povos ou períodos da história, a sensação de pertencimento a uma comunidade sempre foi construída com base nas diferenças em relação aos que estão de fora, “os outros”.

Diogo Schelp IN: Revista Veja, 2 set 2009.
Está clara, coerente e correta, segundo a norma padrão, a redação de um dos comentários formulados abaixo sobre o texto A. Identifique a opção em que se encontra essa redação.
Em uma recente instalação do Windows XP, as janelas do Windows Explorer, o gerenciador de arquivos nativo do sistema, não exibem, por padrão, as extensões reconhecidas dos arquivos. Isso significa que os dois arquivos “PROVA. DOC” e “PROVA.TXT” são ambos exibidos na listagem dessa janela como “PROVA”. Para desativar esse comportamento e forçar o sistema a exibir o nome completo dos arquivos, incluindo sua extensão, é preciso desmarcar o checkbox da opção “Ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos”, presente
TEXTO A

“Cada homem é uma raça.” A frase, título de um livro do escritor moçambicano Mia Couto, sintetiza a ideia de que cada indivíduo tem sua história, seu repertório cultural, seus desejos, suas preferências pessoais e, é claro, uma aparência física própria que, no conjunto, fazem dele um ser único. Rótulos raciais são, portanto, arbitrários e injustos. Mia Couto, com sua concepção universalista da humanidade, é citado algumas vezes em Uma Gota de Sangue - História do Pensamento Racial (Contexto; 400 páginas; 49,90 reais), do sociólogo paulistano Demétrio Magnoli, recém-chegado às livrarias. Trata-se de uma dessas obras ambiciosas, raras no Brasil, que partem de um esforço de pesquisa histórica monumental para elucidar um tema da atualidade. Magnoli estava intrigado com o avanço das cotas para negros no Brasil e resolveu investigar a raiz dessas medidas afirmativas. O resultado é uma análise meticulosa da evolução do conceito racial no mundo. Descobre-se em Uma Gota de Sangue que as atuais políticas de cotas derivam dos mesmos pressupostos clássicos sobre raça que embasaram, num passado não tão distante, a segregação oficial de negros e outros grupos. A diferença é que, agora, esse velho pensamento assume o nome de multiculturalismo - a ideia de que uma nação é uma colcha de retalhos de etnias que formam um conjunto, mas não se misturam. É o racismo com nova pele.
Em todos os povos ou períodos da história, a sensação de pertencimento a uma comunidade sempre foi construída com base nas diferenças em relação aos que estão de fora, “os outros”.

Diogo Schelp IN: Revista Veja, 2 set 2009.
Depreende-se da leitura do texto que:
São exemplos de equipamentos e materiais utilizados no processo de Reanimação Cardiopulmonar:
Com base no art. 124 da Constituição do Estado de Goiás, NÃO se constitui atividade da Polícia Militar:
TEXTO A

“Cada homem é uma raça.” A frase, título de um livro do escritor moçambicano Mia Couto, sintetiza a ideia de que cada indivíduo tem sua história, seu repertório cultural, seus desejos, suas preferências pessoais e, é claro, uma aparência física própria que, no conjunto, fazem dele um ser único. Rótulos raciais são, portanto, arbitrários e injustos. Mia Couto, com sua concepção universalista da humanidade, é citado algumas vezes em Uma Gota de Sangue - História do Pensamento Racial (Contexto; 400 páginas; 49,90 reais), do sociólogo paulistano Demétrio Magnoli, recém-chegado às livrarias. Trata-se de uma dessas obras ambiciosas, raras no Brasil, que partem de um esforço de pesquisa histórica monumental para elucidar um tema da atualidade. Magnoli estava intrigado com o avanço das cotas para negros no Brasil e resolveu investigar a raiz dessas medidas afirmativas. O resultado é uma análise meticulosa da evolução do conceito racial no mundo. Descobre-se em Uma Gota de Sangue que as atuais políticas de cotas derivam dos mesmos pressupostos clássicos sobre raça que embasaram, num passado não tão distante, a segregação oficial de negros e outros grupos. A diferença é que, agora, esse velho pensamento assume o nome de multiculturalismo - a ideia de que uma nação é uma colcha de retalhos de etnias que formam um conjunto, mas não se misturam. É o racismo com nova pele.
Em todos os povos ou períodos da história, a sensação de pertencimento a uma comunidade sempre foi construída com base nas diferenças em relação aos que estão de fora, “os outros”.

Diogo Schelp IN: Revista Veja, 2 set 2009.
A voz passiva é a construção que faz do paciente o assunto da frase. Sua escolha pode ser motivada pela irrelevância da identidade do agente do processo verbal.

Qual das passagens do texto A, considerando o contexto, serve adequadamente, de acordo com a norma padrão, de exemplo à afirmação acima?
O fosso que separa negros e brancos declarados no Brasil se estreitou em um ritmo sem precedentes desde meados da década passada. A diminuição dessa desigualdade pode ser constatada quando se verificam as estatísticas de aumento da renda e de escolaridade, que foi bem mais intenso no caso dos negros do que dos brancos. A diferença de salários entre eles, ainda grande, encolheu 14% desde 1995. No campo da educação, os resultados são ainda mais expressivos. Antes, apenas dois em cada 100 negros concluíam a faculdade. Agora, sete em 100 obtêm diploma de curso superior - um crescimento de 250%. A proporção de brancos formados cresceu menos: 115%. A redução do analfabetismo também foi maior entre os negros: 74%, contra 60% entre os brancos. [...]
A redução da iniquidade não tem nenhuma relação com a criação de cotas para negros em universidades ou no serviço público. Deve-se a outros fatores, como a universalização da educação fundamental e a melhoria da qualidade do ensino médio oficial. Essas conquistas foram obtidas quando o governo passou a dar prioridade ao ensino básico, o que ocorreu a partir de 1995. A mudança de orientação favoreceu aos estratos mais pobres, que concentram a maior proporção de negros. “No Brasil, a pobreza é predominantemente negra. Por isso, quando a distância entre pobres e ricos se estreita, eles são os mais beneficiados”, diz Marcelo Paixão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Raquel Salgado IN: Especial. Revista Veja 02 abr 2009.
A partir das ideias do texto, julgue como verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ) as inferências abaixo.

( ) A conquista dos espaços pelos negros parte do princípio de que o preconceito é o único e grande entrave, no Brasil, para a ascensão dos negros.
( ) O processo civilizatório envolve, determinantemente, o desenvolvimento da educação, fator decisivo para reduzir as desigualdades entre negros e brancos.
( ) A criação de cotas para negros em universidades ou no serviço público, no Brasil, diminuiu consideravelmente a ascensão social do negro.

A sequência CORRETA é:
Considere as seguintes definições e os termos a que elas se referem.

1) Arquivos gravados pelos navegadores nos computadores dos usuários, a pedido de certos sites visitados, com o propósito, entre outros, de facilitar a identificação do usuário em futuros acessos.
2) Conjunto de programas interrelacionados instalados em uma rede corporativa com o propósito de proteger o acesso a recursos privativos.

Esses dois conceitos se referem, respectivamente, a
Conforme Art. 4º da Constituição Federal, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios, EXCETO:
Os teclados de computadores e notebooks atuais trazem uma tecla especial que é utilizada pelos sistemas operacionais da Microsoft, como o Windows XP e Windows 2000. Essa tecla, geralmente referida como [Win], pode acionar algumas tarefas por padrão, quando pressionada em combinação com alguma outra tecla. Qual das combinações abaixo realiza, por padrão, a tarefa “Exibir a área de Trabalho”?
Sobre a delegação de competências no âmbito do processo administrativo de que trata a lei nº 13.800, de 18 de janeiro de 2001, do Estado de Goiás, é INCORRETO afirmar que:
Sobre o licenciamento do Bombeiro Militar do serviço ativo da corporação, é CORRETO afirmar:
Envolvendo-se na política regional, o governo do presidente Hermes da Fonseca (1910-1914) interveio o quanto pôde nos Estados, mudando os governos e alterando a composição de forças. Essas intervenções, referendadas pelo Congresso, receberam oficialmente o nome de re-saneamento político, mas a opinião pública, sarcasticamente, as chamou de "políticas de salvação". Para o governo de Goiás, essa política teve como consequência
No âmbito da informática, costuma-se usar potências de base dois como escala para representação de quantidades, o que dá origem a unidades como Mb, Gb, Kb, etc. Nesse contexto, o valor exato da divisão 4Gb/32Mb é
No que diz respeito às regras da segurança pública descritas no Art. 144 da Constituição Federal, é INCORRETO afirmar que:
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