NÃO se opõem na charge:

Considerando o contexto, é correto afirmar:
Seja o seguinte período:
Em 2006, o índice Shanghai Composite, da Bolsa de Valores de Shanghai, na região sudoeste do país, subiu 130%. (Época, 12 de fevereiro de 2007)
Pode-se reescrever o mesmo período, sem alterar- lhe o sentido, usando-se outra forma de pontuação e mantendo-se a correção gramatical, conforme se fez em:
Dentre as opções apresentadas abaixo, uma não guarda coerência com as competências do Banco Central do Brasil (BACEN) e suas atribuições. Assinale-a.
Francisco estava devendo R$ 2.100,00 à operadora do cartão de crédito, que cobra taxa mensal de juros de 12%. No dia do vencimento pagou R$ 800,00 e prometeu não fazer nenhuma compra nova até liquidar com a dívida. No mês seguinte, no dia do vencimento da nova fatura pagou mais R$ 800,00 e, um mês depois, fez mais um pagamento terminando com a dívida.
Sabendo que Francisco havia cumprido a promessa feita, o valor desse último pagamento, desprezando os centavos, foi de:

Na língua, a concordância diz respeito à acomodação da flexão das palavras que se relacionam entre si, como no exemplo: "Os financistas cultivam um novo fetiche". Com base nessa informação, assinale a frase cuja concordância se faz corretamente.
SEM SOLUÇÃO
Carlos Heitor Cony – Folha de São Paulo
Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a
tragédia do Riocentro, que até hoje não foi bem explicada e, para
todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das
festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que,
durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra:
"Trabalhadores do Brasil".
De qualquer forma, era um pretexto para os governos
de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário
mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia
sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do
rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha
musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante
camaradas".
Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas
deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os
suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos
votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que
começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque
porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos
da morte do nosso maior ídolo esportivo.
Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores
está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe
antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um
show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em
Londres.
Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol
de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros
de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de
repente tornou–se a besta negra da nossa soberania.
A única solução para tantos infortúnios seria convidar o
papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua
Santidade não roube a favor da Argentina.
A tragédia do Riocentro, citada no primeiro parágrafo, tem a função textual de:

Seja o seguinte fragmento extraído do texto:
"São aqueles que, em princípio, têm um ambiente político-econômico mais estável que os demais [...]"
Flexionando-se no plural o substantivo e os adjetivos, tem-se como correta, de acordo com a gramática normativa, a seguinte opção:
As pequenas e médias empresas têm uma contribuição decisiva para a criação da ocupação e renda no Nordeste. Por isso, o BNB direciona sua ação visando apoiar, em primeiro lugar
Marque a opção que preenche os espaços encontrados nos períodos a seguir, obedecendo à seqüência correta.
Só no ano passado, as _________ chinesas _________ cerca de US$53 bilhões nas Bolsas de Shanghai e Hong Kong. As autoridades chinesas começaram a se _________, pois foram _________ com o fato.

Conforme sugere o texto, a última frase "Sem nunca ter colado grau" revela um(a):
Para empréstimos a clientes comuns, uma financeira cobra taxa nominal de juros de 84% ao ano com capitalização mensal. Para um empréstimo de dois meses, a taxa efetiva de juros é, aproximadamente de:
SEM SOLUÇÃO
Carlos Heitor Cony – Folha de São Paulo
Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a
tragédia do Riocentro, que até hoje não foi bem explicada e, para
todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das
festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que,
durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra:
"Trabalhadores do Brasil".
De qualquer forma, era um pretexto para os governos
de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário
mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia
sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do
rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha
musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante
camaradas".
Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas
deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os
suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos
votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que
começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque
porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos
da morte do nosso maior ídolo esportivo.
Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores
está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe
antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um
show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em
Londres.
Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol
de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros
de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de
repente tornou–se a besta negra da nossa soberania.
A única solução para tantos infortúnios seria convidar o
papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua
Santidade não roube a favor da Argentina.
O segmento do texto que NÃO manifesta qualquer tipo de posicionamento opinativo do autor do texto é:
"A única solução para tantos infortúnios seria convidar o papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua Santidade não roube..."; se, em lugar de "o papa Francisco" estivesse "o rei da Espanha", a forma "Sua Santidade" deveria ser substituída adequadamente por:
SEM SOLUÇÃO
Carlos Heitor Cony – Folha de São Paulo
Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a
tragédia do Riocentro, que até hoje não foi bem explicada e, para
todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das
festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que,
durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra:
"Trabalhadores do Brasil".
De qualquer forma, era um pretexto para os governos
de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário
mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia
sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do
rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha
musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante
camaradas".
Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas
deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os
suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos
votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que
começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque
porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos
da morte do nosso maior ídolo esportivo.
Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores
está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe
antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um
show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em
Londres.
Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol
de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros
de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de
repente tornou–se a besta negra da nossa soberania.
A única solução para tantos infortúnios seria convidar o
papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua
Santidade não roube a favor da Argentina.
Em todos os segmentos abaixo ocorre uma citação de dois ou três elementos; o segmento em que a troca de posição desses elementos sublinhados traria incoerência ao texto é:
Com relação ao Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), operacionalizado pelo Banco do Brasil, são apresentadas cinco afirmativas:
I. Qualquer banco pode fornecer a seus clientes a informação quanto à inclusão do seu nome no CCF, vedada a cobrança de qualquer tarifa por esta pesquisa.
II. Constitui motivo para inclusão do nome do correntista no CCF a devolução de um cheque sem fundos na sua 1ª apresentação.
III. Constitui motivo para inclusão do nome do correntista no CCF a devolução de um cheque por cancelamento de talonário pelo sacado.
IV. Pelas normas atuais, quando se trata de conta corrente e conjunta, são incluídos no CCF os nomes e CPF de todos os titulares da conta conjunta.
V. No caso de cheque devolvido por insuficiência de fundos, além da cobrança de tarifas, o banco pode cobrar do correntista uma taxa de ressarcimento.
São verdadeiras:
Na frase "Foi melancólico o 1º de Maio deste ano", o emprego do demonstrativo "este" se justifica pela mesma razão que na seguinte frase:
São consideradas operações bancárias acessórias aquelas de caráter complementar, destinadas ao atendimento de particulares, do governo e das empresas, mediante serviços tipicamente bancários. Dentre as opções abaixo, uma contempla somente operações classificáveis como acessórias. Assinale-a.
Dentre os serviços que um BANCO presta à comunidade, há três pelos quais cobra as taxas X, Y e ? em reais. Ao final do expediente de um dia de trabalho, os caixas A, B e C anotaram os valores recebidos referentes às taxas supracitadas:
A ? 5X + 4Y + 7? = 127,90
B ? X + 2Y + ? = 77,50
C ? 3X + 3Y + ? = 113,20
Logo, a soma das taxas X + Y + ? é, em real, igual a: