O site Hypeness entrevistou Robin Rice, escritora que tem se dedicado a denunciar os padrões de beleza inalcançáveis veiculados pela mídia e mostrar, através de campanhas, que o que é considerado não padrão também pode ser bonito. Quanto a um trecho dessa entrevista, numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Como é que a forma como uma mulher vê o próprio corpo influencia todas as esferas da sua vida?
2. Alguns cartazes da campanha se dirigem também a quem critica a magreza. Estamos fechados em tantos padrões que já não é possível existir sem julgamento? Como nos livramos disso?
3. Mesmo sabendo que as pessoas estão mais conscientes do problema, o conceito de beleza continua a determinar o sucesso e o insucesso das mulheres?
( ) Se elas se permitirem ser derrotadas pelos padrões impossíveis – coisa que a maioria faz –, então sim. Mulheres preocupadas com a sua beleza não aproveitam toda a beleza que as rodeia. Elas não estão arriscando ser vistas e ouvidas, coisa que é muito necessária para um mundo bonito.
( ) Em uma cultura em que o corpo e a beleza são saudados como o “sucesso" mais importante para uma mulher, não há nada que não toque a sua autoimagem e imagem corporal. Está lá quando ela acorda e sai pela porta para ir trabalhar, e lá quando ela volta para casa para se despir e descontrair. Afeta seu orçamento e posição social. Está em toda a parte.
( ) Existe preconceito contra qualquer coisa que não seja perfeita. Quando estamos inseguros, nós julgamos. Essa é a forma de descobrir se estamos realmente em perigo ou não. É natural. Para travar isso, temos de permitir mais segurança, aceitando a beleza em todas as idades, tamanhos e cores de pele.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Identifique a sequência textual lógica do seguinte conjunto de ideias.
( ) Para eles, reservava-se um camarote especial que deveria ficar disponível em todos os espetáculos.
( ) Em 1924, através do Decreto nº 16.590, a legislação procurou regularizar a censura e a fiscalização dos espetáculos e diversões públicas.
( ) A existência dessa licença, entretanto, não impedia o direito de fiscalização das autoridades policiais – chefes de polícia, delegados auxiliares, delegados, comissários, suplentes, censores, assistentes militares, inspetores, subinspetores, investigadores e encarregados de diligências.
( ) Estabeleceu-se a exigência de uma licença, emitida pelo chefe de polícia a partir de informações sobre idoneidade e antecedentes do empresário ou do diretor do espetáculo.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
De acordo com os fabricantes de automóveis, o rendimento do álcool é de 70% em comparação ao da gasolina. Essa relação auxilia o consumidor a decidir se é mais vantajosa a utilização de álcool ou de gasolina. Nesse sentido, considere o preço do álcool e da gasolina nos seguintes postos:
Levando em conta a relação entre o valor do álcool e da gasolina e seu rendimento, é correto afirmar que é mais vantajoso abastecer um automóvel com álcool:
Posto Preço do litro do álcool Preço do litro da gasolina
A R$ 2,00 R$ 3,00
B R$ 1,90 R$ 2,90
C R$ 2,20 R$ 3,10
Dois restaurantes de uma mesma rede oferecem vantagens diferenciadas a seus clientes. No restaurante A, o cliente compra 10 tickets ganhando um desconto de 10% sobre cada um deles. No restaurante B o cliente compra 10 tickets e ganha o décimo primeiro.
O dígito verificador do número da agência de um determinado banco é obtido pela seguinte regra:
- Tomam-se os 4 primeiros números da agência e multiplica-se o algarismo da ordem das unidades de milhares por 5, o algarismo da ordem das centenas por 4, o algarismo da ordem das dezenas por 3 e o algarismo da ordem das unidades por 2;
- Somam-se os produtos assim obtidos;
- Divide-se o valor obtido por 11 e toma-se o resto;
- O dígito verificador é calculado subtraindo-se o resto de 11.
Com base no exposto, o dígito verificador da agência de número 1869 desse banco seria:
Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo dependem de florestas para abrigo, trabalho, alimentos, água, medicina e segurança. As florestas __________ absorvem o carbono, estabilizam o clima, regulam os ciclos de água _________ fornecem habitats para a biodiversidade. Investir em uma floresta saudável – afirma o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) – não é só vital para o bem-estar humano e ambiental, __________ também crucial na transição para uma economia verde. __________, apesar de todos esses benefícios vindos das florestas, elas ainda estão sendo destruídas em um ritmo de 13 milhões de hectares por ano.
(Disponível em . Acesso em 04 de setembro de 2015. Adaptado)
As palavras que completam as lacunas do texto acima são, respectivamente:
Muitas mulheres, quando entram em uma sala de aula pela primeira vez para ensinar seja Física ou Ciência Política, enfrentam rotineiramente a ridicularização de meninos que simplesmente não conseguem sincronizar a expectativa – uma disciplina encarnada na figura de um homem – e a realidade. Aí começa uma longa jornada de deboches, afrontas e desdéns.
Mas isso não é observado por todos. Geralmente, é só a professora que sente calada e enxerga com o canto do olho a arrogância do aluno (e da aluna também). As consequências desse ato tão pequeno, mas tão poderoso (que é engendrado por parte de meninos que, na verdade, pouco sabem sobre o que está sendo ensinado), é o desenvolvimento de um processo de autodilaceração, insegurança e até pânico entre as mulheres. O ensino se torna um fardo e uma provação constante.
Foram tantas as vezes em que eu entrei em sala de aula e, ao falar sobre teoria social, deparei-me com alunos que simplesmente não conseguiam me olhar nos olhos. Mas os problemas não acabam por aí. Salas de professores e corredores universitários são cenários perfeitos para a reprodução do poder masculino. Tente entrar na roda de discussão sobre política ou economia. Não se surpreenda se seus colegas continuarem de costas para você, mais ou menos como acontece quando uma mulher tenta dar uma opinião sobre tática futebolística. Se a mulher levantar a voz para ser ouvida, será chamada de histérica. Mas se ela conseguir entrar na roda dos meninos, não é raro que sua opinião seja desprezada por gestos microscópicos, como a mudança ligeira de assunto. Uma verdadeira máquina de exclusão e de corroer autoestima.
(CartaCapital, 11/08/2015. Adaptado)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A palavra “aí” (linha 3) pode ser substituída por “então”.
2. A expressão “sincronizar a expectativa com a realidade” (linhas 2 e 3) significa ajustar o que acontece de fato ao que se esperava acontecer.
3. O termo “rotineiramente” (linha 2) pode ser substituído por “sistematicamente” sem prejuízo para o sentido da passagem.
Muitas mulheres, quando entram em uma sala de aula pela primeira vez para ensinar seja Física ou Ciência Política, enfrentam rotineiramente a ridicularização de meninos que simplesmente não conseguem sincronizar a expectativa – uma disciplina encarnada na figura de um homem – e a realidade. Aí começa uma longa jornada de deboches, afrontas e desdéns.
Mas isso não é observado por todos. Geralmente, é só a professora que sente calada e enxerga com o canto do olho a arrogância do aluno (e da aluna também). As consequências desse ato tão pequeno, mas tão poderoso (que é engendrado por parte de meninos que, na verdade, pouco sabem sobre o que está sendo ensinado), é o desenvolvimento de um processo de autodilaceração, insegurança e até pânico entre as mulheres. O ensino se torna um fardo e uma provação constante.
Foram tantas as vezes em que eu entrei em sala de aula e, ao falar sobre teoria social, deparei-me com alunos que simplesmente não conseguiam me olhar nos olhos. Mas os problemas não acabam por aí. Salas de professores e corredores universitários são cenários perfeitos para a reprodução do poder masculino. Tente entrar na roda de discussão sobre política ou economia. Não se surpreenda se seus colegas continuarem de costas para você, mais ou menos como acontece quando uma mulher tenta dar uma opinião sobre tática futebolística. Se a mulher levantar a voz para ser ouvida, será chamada de histérica. Mas se ela conseguir entrar na roda dos meninos, não é raro que sua opinião seja desprezada por gestos microscópicos, como a mudança ligeira de assunto. Uma verdadeira máquina de exclusão e de corroer autoestima.
(CartaCapital, 11/08/2015. Adaptado)
A expressão “desse ato tão pequeno”, no segundo parágrafo, faz referência a:
Muitas mulheres, quando entram em uma sala de aula pela primeira vez para ensinar seja Física ou Ciência Política, enfrentam rotineiramente a ridicularização de meninos que simplesmente não conseguem sincronizar a expectativa – uma disciplina encarnada na figura de um homem – e a realidade. Aí começa uma longa jornada de deboches, afrontas e desdéns.
Mas isso não é observado por todos. Geralmente, é só a professora que sente calada e enxerga com o canto do olho a arrogância do aluno (e da aluna também). As consequências desse ato tão pequeno, mas tão poderoso (que é engendrado por parte de meninos que, na verdade, pouco sabem sobre o que está sendo ensinado), é o desenvolvimento de um processo de autodilaceração, insegurança e até pânico entre as mulheres. O ensino se torna um fardo e uma provação constante.
Foram tantas as vezes em que eu entrei em sala de aula e, ao falar sobre teoria social, deparei-me com alunos que simplesmente não conseguiam me olhar nos olhos. Mas os problemas não acabam por aí. Salas de professores e corredores universitários são cenários perfeitos para a reprodução do poder masculino. Tente entrar na roda de discussão sobre política ou economia. Não se surpreenda se seus colegas continuarem de costas para você, mais ou menos como acontece quando uma mulher tenta dar uma opinião sobre tática futebolística. Se a mulher levantar a voz para ser ouvida, será chamada de histérica. Mas se ela conseguir entrar na roda dos meninos, não é raro que sua opinião seja desprezada por gestos microscópicos, como a mudança ligeira de assunto. Uma verdadeira máquina de exclusão e de corroer autoestima.
(CartaCapital, 11/08/2015. Adaptado)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A finalidade do texto é desmontar o mito do poder masculino no ambiente universitário.
2. O texto tematiza a indisciplina em sala de aula, que afeta até mesmo o ensino superior.
3. O uso da primeira pessoa do singular no terceiro parágrafo nos permite concluir que se trata de um autor do gênero feminino.
Os juros do cheque especial de um determinado banco são de 0,03% ao dia, no sistema de juros simples. Um cliente ficou devendo R$ 10.000,00 por um período de 10 dias. O valor do montante que o cliente ficou devendo depois desse período é de:
Uma interessante maneira de obter a área de um terreno irregular é estabelecendo uma proporcionalidade entre o peso do seu mapa e o peso de uma área conhecida do mesmo papel. O peso de uma área de 1 cm2 em um determinado tipo de papel é de 50 mg. O mapa de um terreno desenhado no mesmo tipo de papel em uma escala de 1:100.000 (1 cm no mapa equivale a 1 km na realidade) pesa 345 mg. Nesse caso, a área do terreno é de:
O acento grave, em português, é indicativo de crase, um processo de fusão de duas vogais iguais, especificamente quando se trata de uma preposição “a” e um artigo definido “a”.
Com base nessa afirmação, assinale a alternativa que contenha um uso correto do acento indicativo de crase.
Considere o trecho abaixo, retirado do livro a dialética da colonização, de Alfredo Bosi (São Paulo: Companhia das Letras, 2001):
Distingo os termos sistema e condição para marcar nitidamente o sentido de um e outro. Por sistemaentendo uma tonalidade articulada objetivamente. O sistema colonial, como realidade histórica de longa duração, tem sido objeto de análises estruturais de fôlego, como o fizeram Caio Prado Jr. e Celso Furtado, para citar apenas alguns de seus maiores estudiosos. Quanto ao termo condição, atinge experiências mais difusas do que as regularidades da produção e do mercado. Condição toca em modos ou estilos de viver e sobreviver. Fala-se naturalmente em condição humana, não se diz jamais sistema humano.
Com base nesse texto, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Sistema.
2. Condição.
( ) Diz respeito a uma realidade mais imediata da existência humana.
( ) Estrutura-se através de movimentos históricos que levam muito tempo para se realizar.
( ) É usado para pensar as modificações das relações econômicas de uma sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Em um software gráfico países são representados por quadrados. A área de cada quadrado é proporcional a sua população. Se um país de 100.000.000 habitantes é representado por um quadrado de lado √2 cm, a população do Brasil, estimada em 200.000.000 de habitantes, é representada por um quadrado de lado:
1. É possível que outros instrumentos, como o jogo eletrônico, possa substituir o exercício cerebral demandado pela escrita de mão.
2. O problema é de difícil solução, mas ignorar ele, a pretexto de cessar os conflitos e os dissabores, é o caminho para um mundo sem progresso.
3. O impeachment, mesmo com o consenso de que houve erros graves da presidente, não é imediato, nem obrigatório.
Em um edital para aquisição de uma impressora laser, consta que ela deve possuir interface compatível com os padrões 802.11b/g/n. Essa interface refere-se a:
Depois da crise hídrica, as empresas de energia elétrica passaram a tarifar as contas de acordo com o custo de produção. De acordo com um determinado custo de produção, aplicam-se sobretaxas ao kWh, chamadas de bandeiradas, de acordo com a tabela abaixo:
Faixa de custo de produção Bandeira Sobretaxa por kWh
Abaixo de R$ 200,00/MWh Verde R$ 0,00
De R$ 200,00/MWh a R$ 388,48/MWh Amarela R$ 0,025
Maior de R$ 388,48/MWh Vermelha R$ 0,055
Um cliente consumiu 150 kWh em um mês em que o custo de produção foi de R$ 250,00 por MWh. Desconsiderando possíveis incidências de impostos, o valor total da sobretaxa aplicada foi de: