O nome do modo de apresentação do MS-PowerPoint 2010 que permite visualizar anotações é:
Leia o texto para responder a questão.
Agravamento da poluição por plástico
nos oceanos ao lavar roupa
Lavar a roupa pode agravar a poluição por plástico no
meio ambiente – a depender do tipo de tecido, a tarefa doméstica
contribuiria para a contaminação dos oceanos, apontam estudos.
A questão foi levantada no início deste mês em reunião
do Comitê de Auditoria Ambiental do Reino Unido, quando
membros do Parlamento discutiram pesquisas que concluem
que fibras de tecidos sintéticos que se soltam da roupa
durante a lavagem acabam chegando aos oceanos e sendo
comidas por peixes e outras criaturas aquáticas.
Os maiores vilões são poliéster, acrílico e náilon. Um casaco de
lã de poliéster libera 1 milhão de fibras, enquanto um
par de meias de náilon é responsável por 136 mil fibras a cada
lavagem, aponta um estudo conduzido por pesquisadores da
Universidade de Manchester. Cientistas descobriram que essas
fibras estão cobrindo leitos de rios em todo o Reino Unido.
Há sempre a opção de lavar roupa com menos frequência, o
que pode ser uma boa desculpa para quem sempre
odiou essa tarefa doméstica. Isso teria um grande impacto
positivo, na avaliação de Jeroen Dagevos, integrante de um
projeto de conservação dos oceanos. Ele sugere ainda que
comprar menos roupas sintéticas também ajuda. Preferir
tecidos como lã, algodão, seda e caxemira também ajudam.
Uma outra opção, recomendada pelo Instituto de Engenheiros
Mecânicos, em um novo relatório, seria o uso de sacolas de
roupas de malha para reter os fios. Assim, em vez de irem direto
para os oceanos, as fibras podem ser colocadas no lixo.
Jeroen Dagevos diz que a ideia de criar novas regulamentações
para os fabricantes poderia ajudar, forçando as
empresas a colocar mais recursos na busca por soluções.
(Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2018/10/
por-que-podemos-estar-agravan do-poluicao-por-plasticonos-oceanos-ao-lavar-roupa.shtml. Adaptado)
Na frase “Um casaco de lã de poliéster libera 1 milhão de fibras, enquanto um par de meias de náilon é responsável por 136 mil fibras a cada lavagem...”, o termo em destaque pode ser substituído corretamente, sem alteração de sentido, por
Segundo a Lei Orgânica do Município de Sertãozinho, no tocante ao processo legislativo, se o Prefeito vetar um projeto de lei por julgá-lo totalmente inconstituciona,
Assinale a alternativa que está em consonância com o disposto no Estatuto dos Servidores Municipais de Sertãozinho no que diz respeito às penalidades.
A fórmula do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, que tem com resultado o valor 5, é
O atalho de teclado para alternar janelas abertas no Windows 7 é:
Leia o texto para responder a questão.
Vacina na marra
Uma das piores coisas que pais podem fazer a seus
filhos é privá-los de vacinas. Ainda assim, devo dizer que
fiquei chocado com o artigo de uma promotora do Ministério
Público, no qual ela defende não só multa para genitores que
deixem de imunizar seus rebentos, mas também a busca e
apreensão das crianças para vaciná-las.
Imagino até que a adoção de medidas extremas como
propõe a promotora possa fazer sentido em determinados
contextos, como o de uma epidemia fatal que avança rapidamente
e pais que, induzidos por vilões internacionais, se
recusam a imunizar seus filhos.
Há motivos para acreditar que as sucessivas quedas na
cobertura vacinal registradas por aqui se devam mais a uma
combinação de desleixo paterno com inadequações da rede
do que a uma maciça militância antivacinal. Há até quem afirme
que a queda é menor do que a anunciada pelo Ministério
da Saúde, que, por problemas técnicos, não estaria recebendo
informações atualizadas de alguns municípios.
Seja como for, tenho a convicção de que, se a fórmula
mais draconiana propugnada por ela fosse adotada,
acabaríamos produzindo mais mal do que bem.
O ponto central é que o sistema de saúde precisa ser visto
pelo cidadão como um aliado e não como um adversário.
Se a percepção que as pessoas têm do posto de saúde for a
de que ele é uma entidade que pode colocar a polícia atrás
de famílias para subtrair-lhes os filhos, elas terão bons
motivos para nunca mais pôr os pés numa unidade.
A ideia de que o sistema de saúde precisa ser protegido
de ações que possam minar a confiança que o público lhe
deposita não é estranha ao mundo do direito. Não é por outra
razão que a legislação penal e códigos de ética proíbem o
profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes e até
de denunciar crimes que tenham cometido.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2018/08/ vacina-na-marra.shtml.
Acesso em 11.11.2018. Adaptado)
Segundo a opinião do autor do texto,
Assinale a alternativa em que a regência das palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Qual das alternativas apresenta uma referência relativa para a célula A2, no MS-Excel 2010, em sua configuração padrão?
Leia o texto para responder a questão.
Vacina na marra
Uma das piores coisas que pais podem fazer a seus
filhos é privá-los de vacinas. Ainda assim, devo dizer que
fiquei chocado com o artigo de uma promotora do Ministério
Público, no qual ela defende não só multa para genitores que
deixem de imunizar seus rebentos, mas também a busca e
apreensão das crianças para vaciná-las.
Imagino até que a adoção de medidas extremas como
propõe a promotora possa fazer sentido em determinados
contextos, como o de uma epidemia fatal que avança rapidamente
e pais que, induzidos por vilões internacionais, se
recusam a imunizar seus filhos.
Há motivos para acreditar que as sucessivas quedas na
cobertura vacinal registradas por aqui se devam mais a uma
combinação de desleixo paterno com inadequações da rede
do que a uma maciça militância antivacinal. Há até quem afirme
que a queda é menor do que a anunciada pelo Ministério
da Saúde, que, por problemas técnicos, não estaria recebendo
informações atualizadas de alguns municípios.
Seja como for, tenho a convicção de que, se a fórmula
mais draconiana propugnada por ela fosse adotada,
acabaríamos produzindo mais mal do que bem.
O ponto central é que o sistema de saúde precisa ser visto
pelo cidadão como um aliado e não como um adversário.
Se a percepção que as pessoas têm do posto de saúde for a
de que ele é uma entidade que pode colocar a polícia atrás
de famílias para subtrair-lhes os filhos, elas terão bons
motivos para nunca mais pôr os pés numa unidade.
A ideia de que o sistema de saúde precisa ser protegido
de ações que possam minar a confiança que o público lhe
deposita não é estranha ao mundo do direito. Não é por outra
razão que a legislação penal e códigos de ética proíbem o
profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes e até
de denunciar crimes que tenham cometido.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2018/08/ vacina-na-marra.shtml.
Acesso em 11.11.2018. Adaptado)
Diante de sucessivas quedas registradas na cobertura vacinal de crianças brasileiras, uma promotora do Ministério Público defende