Friedrich Nietzsche (1844-1900), crítico da tradição
filosófica racionalista e iluminista, em seu texto
Sobre
a verdade e a mentira em um sentido extramoral,
desmistifica o conceito de “verdade” através da
revelação:
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Para Spinoza (1632-1677), qual das opções abaixo
se enquadra no conceito que o filósofo compreende
como substância (“aquilo cuja existência depende
apenas de si mesmo”)?
“Quando dizemos que o pensamento filosóficocientífico surge na Grécia no século VI a.C.,
caracterizando-o como uma forma específica de o
homem tentar entender o mundo que o cerca, isto não
quer dizer que anteriormente não houvesse também
outras formas de se entender essa realidade. É
precisamente a especificidade do pensamento
filosófico-científico que tentaremos explicitar aqui,
contrastando-o com o pensamento mítico que lhe
antecede na cultura grega.”
(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007 )
Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:
(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007 )
Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:
A crítica que Nietzsche faz ao surgimento da filosofia
na Grécia tem como principal motivo a
desvalorização da vida resultante do triunfo do
“espírito apolíneo” em oposição ao:
Aristóteles, em sua obra A Poética, define e diferencia
a tragédia da comédia a partir do objeto de sua
imitação. Qual é, segundo Aristóteles, a principal
diferença entre a comédia e a tragédia?
“Se, com efeito, mesmo o forte quisesse ser forte,
continuou Sócrates, e o rápido ser rápido, e o sadio
ser sadio – pois talvez alguém pensasse que nesses
e em todos os casos semelhantes os que são tais e
têm essas qualidades desejam o que justamente têm,
e é para não nos enganarmos que estou dizendo isso
– ora, para estes, Agatão, se atinas bem, é forçoso
que tenham no momento tudo aquilo que têm, quer
queiram, quer não, e isso mesmo, sim, quem é que
poderia desejá-lo?”
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
“Por conseguinte, as ações são chamadas de justas e
temperantes quando são tais como as que praticaria
o homem justo ou temperante; mas não é temperante
o homem que as pratica, e sim o que as pratica tal
como o fazem os justos e temperantes.”
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
Das opções abaixo, qual é aquela cuja expressão
define o trabalho de Michel Foucault em As palavras e
as coisas?
“Como não haveria de ser evidente mesmo para um
cego, como se diz? Enquanto não houvermos feito
esta contestação, nem essa demonstração, não
poderemos, de forma alguma, falar nem de discursos
falsos, nem de opiniões falsas, nem de imagens, de
cópias, de imitações ou de simulacros, e muito menos
de qualquer das artes que deles se ocupam, sem cair,
inevitavelmente, em contradições ridículas.”
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
A revolução científica resultante das descobertas
feitas por Nicolau Copérnico e Galileu Galilei, nos
séculos XVI e XVII, deu origem:
“Ora, quem duvida e se admira julga ignorar: por isso,
também quem ama os mitos é, de certa maneira
filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Pelo
que, se foi para fugir à ignorância que filosofaram,
claro está que procuraram a ciência pelo desejo de
conhecer, e não em vista de qualquer utilidade.”
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
Theodor Adorno e Max Horkheimer escrevem, em
1947, Dialética do Iluminismo, obra na qual aparece,
pela primeira vez, a expressão:
“Até Orwell estaria assombrado. Vivemos a ficção de
que o mercado é maravilhoso porque nos dizem que
está composto por consumidores informados que
adotam decisões racionais. Mas basta ligar a
televisão e ver os anúncios: procuram informar o
consumidor para que tome decisões racionais? Ou
procuram enganar? Pensemos, por exemplo, nos
anúncios de carros. Oferecem dados sobre suas
características? Apresentam informes realizados por
entidades independentes? Porque isso sim que
geraria consumidores informados capazes de tomar
decisões racionais. Em vez disso, o que vemos é um
carro voando, pilotado por um ator famoso. Tentam
prejudicar o mercado. As empresas não querem
mercados livres, querem mercados cativos. De outra
forma, colapsariam.”
Noam Chomsky
Depreende-se da citação acima uma característica marcante do pensamento filosófico, no sentido de:
Depreende-se da citação acima uma característica marcante do pensamento filosófico, no sentido de:
Ao negar o movimento, caracterizando-o como uma
ilusão dos sentidos, Parmênides e seus discípulos
foram atacados pelos pensadores da escola
mobilista, que por sua vez, afirmavam o movimento e
a transformação como característica do próprio Ser.
Zenão de Eleia, discípulo de Parmênides, formula
alguns paradoxos para defender a tese de
imobilidade de seu mestre, e dentre estes, aquele que
foi um dos mais comentados paradoxos da
antiguidade, é o da corrida entreAquiles e a tartaruga.
Segundo as premissas do pensamento eleáta
exposto no paradoxo de Zenão, o resultado da corrida
é:
“A linguagem disfarça ( ) o pensamento. A tal
ponto que da forma exterior da roupagem não é
possível inferir a forma do pensamento subjacente, já
que a forma exterior da roupagem não foi feita para
revelar a forma do corpo, mas com uma finalidade
inteiramente diferente. [...] A maioria das proposições
e questões encontradas em obras filosóficas não são
falsas, mas sem sentido.”
A crítica às obras filosóficas do Tractatus de Wittgenstein é uma crítica à própria linguagem e, nesse sentido, a tarefa de toda filosofia é:
A crítica às obras filosóficas do Tractatus de Wittgenstein é uma crítica à própria linguagem e, nesse sentido, a tarefa de toda filosofia é:
O filósofo alemão Friedrich Hegel (1770-1831) foi
crítico da concepção elaborada por Immanuel Kant
de sujeito transcendental apontando para o fato de
ele ser:
John Locke (1632-1704), autor do influente Ensaio
sobre o entendimento humano, sendo um empirista,
considera que as representações do real que temos
são derivadas de:
Para Martin Heidegger (1889-1976), filósofo alemão
autor de Ser e Tempo, qual dos termos abaixo diz
respeito à possibilidade de o homem poder ser
reconduzido ao encontro de sua totalidade, de elevarse da traição contra si mesmo por estar imerso na
vida cotidiana?
A escola Jônica se destaca como uma das primeiras a
iniciar o pensamento filosófico que, no século VI a.C.,
concentrava-se na investigação da noção de:
Para explicar a produção de determinados tipos de
saberes, notadamente as ciências humanas dos
séculos XVIII e XIX, com que hipótese de poder
Michel Foucault (1926-1984) pretende romper em
Vigiar e Punir e História da sexualidade (Vol. I)?