Paciente J.M .G. de 72 anos encontra-se em uma unidade de internação para tratamento de um quadro de desidratação. O médico plantonista prescreveu a infusão de hidratação de 2.000ml de solução fisiológica a cada 24 horas, em via endovenosa. Seguindo essa prescrição, o número de gotas por minuto que o técnico de enfermagem deverá infundir será de, aproximadamente:
A imunologia é o estudo da imunidade, ou seja, dos eventos moleculares e celulares que ocorrem quando o organismo entra em contato com micro-organismos ou macromoléculas estranhas presentes no ambiente. Quando o organismo humano reage rapidamente (de minutos a horas) aos agentes infecciosos, como por exemplo, à fagocitose e outros mecanismos que já estão presentes no organismo antes da infecção, tem-se a resposta imunológica:
Estabeleça a relação entre as colunas, considerando os termos destacados: 
1 - A minha coleção será a mais “maneira” da sala. 
2 - A gente não precisa perder “tempo” com isso. 
3 - Você trocará a Terra por folhas “alienígenas”. 
4 - A gente pode ficar de bobeira “o resto do dia”. 
( ) Adjunto adnominal 
( ) Núcleo do predicativo 
( ) Objeto direto 
( ) Adjunto adverbial 
A sequência correta é:
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Observe o emprego do acento grave indicador de crase no trecho a seguir: 
“Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira.” 
Ele foi, também, corretamente usado em:
O sistema respiratório é o conjunto dos órgãos responsáveis, basicamente, pela absorção do oxigênio do ar pelo organismo e pela eliminação do gás carbônico retirado das células. Esse sistema pode ser atacado por diversas doenças infecciosas, como por exemplo a pneumonia, muito comum em pacientes idosos internados. Uma das importantes intervenções de enfermagem que possibilita uma maior expansão pulmonar e melhora da aeração é:
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Diga se a afirmativa é Verdadeira (V) ou Falsa (F), segundo o texto: 
I. Pedro Nava pensava que, por não ter formação em História, só poderia se considerar um memorialista, nunca um historiador. ( ) 
II. O livro “Anfiteatro” foi escrito por Nava para relatar suas experiências médicas, e ele escolheu esse título por contar histórias da época em que trabalhou na Policlínica Centra, onde havia um anfiteatro. ( ) 
III. A personagem “dr. Egon” foi criada por Nava a fim de não revelar sua identidade e não se envolver nas histórias. ( ) 
IV. Pedro Nava encarava a curiosidade como uma virtude para a formação de um médico. ( ) 
V. Entende-se por “humanidades médicas” uma formação mais larga do que a técnica, nela inserindo-se a ampliação da cultura literária dos futuros médicos. ( ) 
A sequência correta é:
De acordo com a Política Nacional de Humanização - HumanizaSUS, é importante que os profissionais ofereçam ao usuário uma escuta qualificada para que isso possa garantir o acesso oportuno desses usuários a tecnologias adequadas às suas necessidades, ampliando a efetividade das práticas de saúde. Isso assegura, por exemplo, que todos sejam atendidos com prioridades a partir da avaliação de vulnerabilidade, gravidade e risco. Essa prática de escuta qualificada se refere à(ao): 
Paciente M.C.S. de 35 anos deu entrada em uma unidade de pronto atendimento com quadro de crise hipertensiva, apresentando aumento rápido de pressão sanguínea com risco de morte diante do comprometimento de função cerebral, dor torácica e dispnéia. Diante desses sinais e sintomas, o técnico de enfermagem deverá priorizar a(o):
A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS. O órgão competente para dispor sobre a RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas em âmbito nacional, observadas as diretrizes pactuadas pela CIT, é a(o):
A Lei n° 8.689/93 dispõe sobre a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps). Após sua extinção, as funções, competências, atividades e atribuições do Inamps, segundo a referida lei, foram absorvidas pela(s) instância(s):
Em um documento do Word (2007 ou superior) você criou uma tabela com uma coluna de nome e outra de endereço, e preencheu as células aleatoriamente. Ao final do preenchimento você quer colocar a tabela em ordem alfabética; então seleciona todos os campos da tabela e utiliza a opção classificar que pode ser encontrada no seguinte item da barra de ferramentas: 
Doença parasitária com curso clínico bifásico (fases aguda e crônica), podendo se manifestar sob várias formas, tendo como vetor o triatomíneos hematófagos que, dependendo da espécie, pode viver em meio silvestre, no peridominicílio ou no intradomicílio. Trata-se da:
Existem precauções que devem ser tomadas para evitar a instalação de vírus. A principal é evitar abrir arquivos que possam instalar o vírus. A opção que apresenta potencial risco de instalação de vírus é: 
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Moacyr Scliar faz referência a diversos autores e a obras literárias, ligados ao universo da medicina. Em relação a isso, é correto afirmar que:
A infecção hospitalar é aquela adquirida após a admissão do paciente no estabelecimento de saúde, podendo manifestar-se durante a internação ou após a alta. Sobre alguns conceitos de biossegurança, julgue as afirmativas a seguir: 
I- intoxicação é a presença transitória de microrganismo em superfície sem invasão tecidual ou relação de parasitismo. 
II- o reservatório é todo organismo vivo ou matéria inanimada que abriga um agente e lhe oferece condições para sobrevivência e reprodução e de onde será transmitido para um hospedeiro. 
III- colonização é o crescimento e multiplicação de um microrganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. 
IV- disseminador é o indivíduo que elimina o microrganismo patogênico para o meio ambiente. 
Estão corretas as afirmativas:
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Observe esse trecho do poema “O Defunto” de Pedro Nava: "Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz" 
Nestes versos há um tom apelativo, marcado, sobretudo, pelo emprego de:
Você está editando um arquivo Word e quer salvar as alterações usando o atalho de teclado; então mantém apertada a tecla Ctrl e digita:
O controle social do SUS está previsto em lei e deve ser realizado pelos órgãos competentes. Segundo a Lei n° 8.142/90, existe um órgão que possui caráter permanente e deliberativo, com posto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, que atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. O órgão ao qual o texto se refere é o(a):
Complete com o verbo haver, nos tempos indicados, fazendo a devida concordância: 
I. ________ mais de mil alienígenas à espera. (Pretérito Imperfeito do Indicativo) 
II. Eles _________ de espantar os invasores. (Presente do Indicativo) 
III. _______ oportunidades para todos. (Pretérito Perfeito do Indicativo) 
IV. _________ condições, ele aceitaria. ( Imperfeito do Subjuntivo) 
A alternativa que apresenta a sequência correta é:
Considerando o previsto no Código de Ética de Enfermagem, exercer a enfermagem com liberdade, autonomia, segurança técnica, científica e ambiental, e ser tratado sem discriminação de qualquer natureza, segundo os princípios e pressupostos legais, éticos e dos direitos humanos, é um(uma):
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