A pontuação é um recurso linguístico que serve para indicar pausas, entonações e separar ideias, contribuindo para a clareza do texto, conforme observado no trecho acima. Nos trechos a seguir, Identifique aquele em que esse recurso não foi empregado corretamente:
I. Na linha 11, o pronome “Todos” tem como referente a palavra “exames” (l. 09).
II. Na linha 13, o sujeito da forma verbal “fazia” é elíptico e se refere a “liga” (l. 14).
III. Na linha 22, o pronome pessoal “lhes” refere-se a “eles” (l. 21).
Quais estão corretas?
Leia o excerto a seguir.
“Eu estava desempregado e ia ler na Biblioteca Nacional todos os dias. Seguia pela Mem de Sá até o largo da Lapa e pegava a rua do Passeio. Eu podia descer pela Evaristo da Veiga, que desembocava na 13 de Maio ao lado do Teatro Municipal, mas preferia a rua do Passeio, que era mais movimentada, tinha mais gente para ver. Da rua do Passeio chegava à praça Mahatma Gandhi, e então praça Floriano, andava um pouco e lá estava a Biblioteca, o prédio mais bonito da cidade. Ficava na Biblioteca o dia inteiro; tomava uma xícara de café-com-leite na lanchonete. À noite, no caminho de casa, comia um sanduíche, de pernil ou mortadela. Isso matava a minha fome.”
FONSECA, Rubem. O buraco na parede. In: O buraco na parede: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Analisando-se esse texto, pode-se afirmar que as funções da linguagem que o estruturam são
( ) Trata-se de um profissional obrigatório na composição das ESFs.
( ) A jornada de trabalho de cada agente pode sofrer variações, podendo atuar 10, 15, 16 ou 20 horas semanais nas ESFs, de acordo com a necessidade do município.
( ) O número de integrantes por equipe varia frente à necessidade populacional, critérios demográficos, epidemiológicos ou socioeconômicos.
A identificação de situações de risco é essencial para a atuação dos profissionais da saúde, permitindo a intervenção precoce e a prevenção de agravos. São práticas adequadas de acompanhamento de grupos vulneráveis:
I. Acompanhar regularmente portadores de doenças crônicas, verificando adesão ao tratamento.
II. Realizar visitas domiciliares apenas quando solicitadas pela família.
III. Encaminhar todas as crianças para atendimento hospitalar independentemente do quadro clínico.
É CORRETO o que se afirma em:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Silêncio digital
Acordamos e pegamos o celular logo de cara. Passamos pelas novidades no feed, nos emocionamos com uma postagem, damos risada com um vídeo de 15 segundos, mandamos um “olha isso” no grupo de amigos. Curtimos, salvamos para ver depois e às vezes compartilhamos no privado com alguém. Mas sem postar nada, nem um stories ou foto na linha do tempo. Esse comportamento tem nome: silêncio digital. É quando consumimos conteúdo nas redes sociais sem produzir, comentar ou nos expor. Uma espécie de presença invisível, que não é ausência, mas uma escolha que vai de cada um.
Na lógica das redes, quem não se expõe parece não existir. Só que, para muitas pessoas, o silêncio é uma forma de cuidado. “Vivemos numa cultura em que compartilhar é quase compulsório. Existe uma expectativa de que todos exponham algo como uma conquista, uma dor, uma opinião. Mas há quem simplesmente não se sinta à vontade com isso, e está tudo bem”, explica a psicanalista Tássia Borges. Segundo ela, esse comportamento não é necessariamente um problema. “Existem pessoas que preferem observar. Elas estão presentes, mas de uma forma mais discreta e reflexiva. Isso pode ser uma forma de preservar a própria intimidade ou mesmo de evitar a angústia de algum tipo de julgamento. Em vez de se silenciar por medo, algumas pessoas escolhem o silêncio como um gesto de liberdade. É uma maneira de se proteger do ruído constante que as redes nos impõem”, complementa.
Nos últimos anos, esse movimento ganhou contornos mais visíveis e até nome: o chamado low profile. É uma estética da contenção, marcada por poucas publicações, poucos seguidores, ausência de selfies e legendas mínimas ou quase inexistentes. “Muitos se decepcionam com o excesso de exposição. Quando um perfil vira um canal de publicidade, isso frustra. O low profile surge como contraponto: um desejo de autenticidade”, analisa Tássia. [...] Ela observa que o silêncio pode ter diferentes origens. “Pode vir de uma exaustão emocional, de um momento de recolhimento, ou até de uma fase de transformação interna. [...] “Quando nos afastamos das expectativas externas, ganhamos espaço para entender o que realmente importa para nós”, reflete. As redes sociais criaram uma lógica onde o extraordinário parece regra. “Todo mundo está vencendo, sendo feliz, produtivo. E quando você não está bem, isso machuca”. A comparação constante alimenta a angústia, e muitos buscam no silêncio uma pausa necessária, uma espécie de detox digital.
Entre os fatores emocionais mais comuns estão o excesso de comparação, o medo de não corresponder a padrões idealizados e a sobrecarga mental provocada por tanta informação. “Muitas pessoas chegam à terapia se sentindo exaustas e sem saber exatamente por quê. Quando investigamos, percebemos que a fadiga vem do excesso de estímulo. É uma mente que nunca descansa”, diz Tássia.
Por isso, o silêncio digital às vezes também é uma tentativa de se proteger da “infodemia” (excesso de informações, muitas vezes contraditórias, que confunde mais do que orienta) e também do chamado “doomscrolling”, o hábito de consumir compulsivamente notícias negativas, que alimenta a ansiedade e o medo. “A pessoa desliza o dedo sem parar, achando que está se informando, mas no fundo só se afunda mais num estado de alerta e preocupação constante”, observa. O silêncio digital pode, sim, ser uma escolha saudável, mas também pode ser um sinal de esgotamento emocional. O que diferencia essas duas situações, segundo Tássia, é o estado emocional que leva à decisão. “Quando a pessoa percebe que algo não está fazendo bem e decide se afastar das redes para cuidar da própria saúde mental, isso é uma escolha consciente e saudável. Mas quando esse afastamento acontece de forma impulsiva e sem reflexão, pode indicar uma tentativa de fuga.” Ela ressalta que muitas vezes o discurso vem disfarçado: “Ah, estou perdendo tempo aqui, podia fazer algo mais produtivo.” Mas por trás desse argumento pode existir algo mais profundo e ainda não elaborado. “O sinal de esgotamento aparece quando a decisão é tomada com pressa, sem consciência e movida por irritação ou culpa”.
As redes nos ensinam a performar o tempo todo. O silêncio, por outro lado, nos convida a ser. Talvez quem está quieto esteja apenas vivendo e isso, por si só, já é muito”. Se recolher das redes não significa desaparecer do mundo. Manter os vínculos afetivos e sociais sem estar o tempo todo presente virtualmente, é possível. [...]
SUZUKI, Mariana. Silêncio digital. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/silencio-digital /. Acesso em: 28 jun. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas pela autora no texto 01.
I- Deixar de produzir conteúdo nas redes sociais é tornar-se invisível ao mundo.
II- Silenciar-se nas redes sociais, para algumas pessoas, representa uma escolha.
III- As pessoas se expõem nas redes sociais porque se sentem vencedoras e felizes.
IV- É impossível, atualmente, manter os vínculos afetivos sem estar nas redes sociais.
V- O silêncio digital é uma reação aos excessos que são produzidos nas redes sociais.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Silêncio digital
Acordamos e pegamos o celular logo de cara. Passamos pelas novidades no feed, nos emocionamos com uma postagem, damos risada com um vídeo de 15 segundos, mandamos um “olha isso” no grupo de amigos. Curtimos, salvamos para ver depois e às vezes compartilhamos no privado com alguém. Mas sem postar nada, nem um stories ou foto na linha do tempo. Esse comportamento tem nome: silêncio digital. É quando consumimos conteúdo nas redes sociais sem produzir, comentar ou nos expor. Uma espécie de presença invisível, que não é ausência, mas uma escolha que vai de cada um.
Na lógica das redes, quem não se expõe parece não existir. Só que, para muitas pessoas, o silêncio é uma forma de cuidado. “Vivemos numa cultura em que compartilhar é quase compulsório. Existe uma expectativa de que todos exponham algo como uma conquista, uma dor, uma opinião. Mas há quem simplesmente não se sinta à vontade com isso, e está tudo bem”, explica a psicanalista Tássia Borges. Segundo ela, esse comportamento não é necessariamente um problema. “Existem pessoas que preferem observar. Elas estão presentes, mas de uma forma mais discreta e reflexiva. Isso pode ser uma forma de preservar a própria intimidade ou mesmo de evitar a angústia de algum tipo de julgamento. Em vez de se silenciar por medo, algumas pessoas escolhem o silêncio como um gesto de liberdade. É uma maneira de se proteger do ruído constante que as redes nos impõem”, complementa.
Nos últimos anos, esse movimento ganhou contornos mais visíveis e até nome: o chamado low profile. É uma estética da contenção, marcada por poucas publicações, poucos seguidores, ausência de selfies e legendas mínimas ou quase inexistentes. “Muitos se decepcionam com o excesso de exposição. Quando um perfil vira um canal de publicidade, isso frustra. O low profile surge como contraponto: um desejo de autenticidade”, analisa Tássia. [...] Ela observa que o silêncio pode ter diferentes origens. “Pode vir de uma exaustão emocional, de um momento de recolhimento, ou até de uma fase de transformação interna. [...] “Quando nos afastamos das expectativas externas, ganhamos espaço para entender o que realmente importa para nós”, reflete. As redes sociais criaram uma lógica onde o extraordinário parece regra. “Todo mundo está vencendo, sendo feliz, produtivo. E quando você não está bem, isso machuca”. A comparação constante alimenta a angústia, e muitos buscam no silêncio uma pausa necessária, uma espécie de detox digital.
Entre os fatores emocionais mais comuns estão o excesso de comparação, o medo de não corresponder a padrões idealizados e a sobrecarga mental provocada por tanta informação. “Muitas pessoas chegam à terapia se sentindo exaustas e sem saber exatamente por quê. Quando investigamos, percebemos que a fadiga vem do excesso de estímulo. É uma mente que nunca descansa”, diz Tássia.
Por isso, o silêncio digital às vezes também é uma tentativa de se proteger da “infodemia” (excesso de informações, muitas vezes contraditórias, que confunde mais do que orienta) e também do chamado “doomscrolling”, o hábito de consumir compulsivamente notícias negativas, que alimenta a ansiedade e o medo. “A pessoa desliza o dedo sem parar, achando que está se informando, mas no fundo só se afunda mais num estado de alerta e preocupação constante”, observa. O silêncio digital pode, sim, ser uma escolha saudável, mas também pode ser um sinal de esgotamento emocional. O que diferencia essas duas situações, segundo Tássia, é o estado emocional que leva à decisão. “Quando a pessoa percebe que algo não está fazendo bem e decide se afastar das redes para cuidar da própria saúde mental, isso é uma escolha consciente e saudável. Mas quando esse afastamento acontece de forma impulsiva e sem reflexão, pode indicar uma tentativa de fuga.” Ela ressalta que muitas vezes o discurso vem disfarçado: “Ah, estou perdendo tempo aqui, podia fazer algo mais produtivo.” Mas por trás desse argumento pode existir algo mais profundo e ainda não elaborado. “O sinal de esgotamento aparece quando a decisão é tomada com pressa, sem consciência e movida por irritação ou culpa”.
As redes nos ensinam a performar o tempo todo. O silêncio, por outro lado, nos convida a ser. Talvez quem está quieto esteja apenas vivendo e isso, por si só, já é muito”. Se recolher das redes não significa desaparecer do mundo. Manter os vínculos afetivos e sociais sem estar o tempo todo presente virtualmente, é possível. [...]
SUZUKI, Mariana. Silêncio digital. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/silencio-digital /. Acesso em: 28 jun. 2025. Adaptado.
Considere a passagem “‘Muitas pessoas chegam à terapia se sentindo exaustas e sem saber exatamente por quê.’”
Analise as afirmativas tendo em vista a estrutura de composição dessa passagem.
I- Se antes de “por quê” fosse empregado o artigo definido “o”, a grafia desse termo passaria a ser “porquê”.
II- O uso do sinal indicativo de crase se justifica pela presença da preposição “a” contraída com o artigo “a”.
III- O uso de “à”, de acordo com a norma, poderia ser substituído por “na”, resultando em “chegam na terapia”.
IV- A próclise do pronome “se” é obrigatória, pois de acordo com a norma, a expressão “à terapia” é atrativa.
V- Os sujeitos dos verbos “chegam” e “sentindo” foram indeterminados pela partícula de indeterminação “se”.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
=SOMA(A1:C2)-SOMA(A1;B2;C1)
Qual das seguintes alternativas apresenta uma hipótese de valores que estão nas células consideradas para aplicação dessa fórmula, que resulte em 7?