Considere o diálogo abaixo, entre o rádio-operador (RO) e o
operador de rádio de uma ambulância (UM).
UM: Código I.
RO: Aqui é o operador José.
RO: Código II.
UM: Estou na Avenida dos Correios, travessa com a 5 de maio.
RO: Você está disponível para atender a um chamado?
UM: Código III.
Nesse diálogo, os códigos I, II e III são, respectivamente,
Um rádio-operador estava conversando com o tripulante
de uma ambulância que se deslocava para atender um chamado
de uma pessoa presa no elevador. Entretanto, chegou uma
mensagem dando conta de um acidente de grande gravidade que
acabara de acontecer. Nesse momento, o operador de rádio da
ambulância ia começar a informar o deslocamento da viatura,
mas o rádio-operador da central precisava que o canal fosse
disponibilizado para que fosse passada a informação da
emergência de maior gravidade.
Nessa situação hipotética, para que ninguém mais falasse ao
rádio, deixando o canal livre, o operador deveria informar o
código
. (Com adaptações).
Na cidade, o " ponto="" de="" convergência"="" a="" que="" se="" refere="" o="" texto="" acima="" corresponde="" à="" área"="">
No interior da cidade, ela não está necessariamente no
meio de uma determinada área geográfica e nem sempre ocupa o
sítio histórico onde esta cidade se originou; ela é antes de tudo
ponto de convergência, é o nó do sistema de circulação, é o lugar
para onde todos se dirigem para algumas atividades, e em
contrapartida é o ponto de onde todos se deslocam, para a
interação das atividades aí localizadas com as outras que se
realizam no interior da cidade ou fora dela. Assim, ela pode ser
qualificada como integradora e dispersora ao mesmo tempo.
M. E. B. Sposito. Estruturação urbana e centralidade.
In: Anais do III Encontro de geógrafos da América Latina, 1991.
Internet: <observatoriogeograficoamericalatina.org>. (Com adaptações).
Na cidade, o "ponto de convergência" a que se refere o texto
acima corresponde à área