As condições sistêmicas geralmente
identificadas afetando a resposta celular na
gengivite são as discrasias sanguíneas,
incluindo neutropenia e infecção pelo vírus da
imunodeficiência humana/síndrome da
imunodeficiência adquirida (SIDA)
(Glick et al., 1990). Essas condições são
caracterizadas tanto pelo baixo número de
PMN funcionais, neutropenia, quanto pelo
grande número de leucócitos imaturos
disfuncionais que ocorre na leucemia,
infiltrando os tecidos gengivais ou, como no
caso da AIDS, por uma contagem muito baixa
de linfócitos T- CD4 e da incapacidade de
preparar uma resposta efetiva dos linfócitos T.
Segundo o Manual de Condutas do Ministério
da Saúde - Controle de Infecções e a Prática
Odontológica - Brasília - DF/2000, a raspagem
e polimento coronário e radicular, antes do
tratamento cirúrgicos extensos, deve-se avaliar
o paciente quanto à presença de tendência a
sangramento, por meio da leitura do prontuário
ou consulta médica. Testes laboratoriais
auxiliares no pré-operatório incluem
Pacientes com doenças cardíacas ou que
envolvam o endocárdio são suscetíveis à
endocardite resultante de infecção sanguínea.
Dentre elas estão a doença cardíaca
reumática, valvopatias congênitas, doenças da
valva aórtica e doenças do colágeno
envolvendo o endocárdio. Pacientes que usam
válvulas protéticas fazem parte de um grupo
especial de alto risco. Além disso, pertencem a
esse grupo de risco os pacientes que usam
próteses cardíacas.
Os procedimentos eleitos como maiores
causadores da endocardite bacteriana são as
extrações e raspagem e/ou alisamento da raiz,
possivelmente levando a grande sangramento
e bacteremia. Atualmente, as diretrizes
referentes à profilaxia com antibióticos na
prevenção da endocardite bacteriana elegem
pacientes com
A Organização Mundial da Saúde (OMS),
em 1978, definiu o trauma de oclusão (TO)
como “dano causado ao periodonto pela
pressão produzida sobre os dentes, direta ou
indiretamente, pelos dentes antagonistas”. O
TO é uma lesão do sistema de inserção em
consequência de força(s) oclusal(is)
excessiva(s).
Analise as afirmações a seguir sobre TO.
I As forças traumáticas podem atuar sobre um único dente ou sobre grupos de dentes que estejam em contato prematuro.
II A lesão tecidual primária no trauma oclusal inclui reações teciduais (dano) induzidas ao redor de um dente com periodonto de altura normal.
III Os hábitos parafuncionais não estão relacionados ao trauma de oclusão.
IV A lesão tecidual secundária no trauma oclusal está relacionada com situações em que as forças oclusais causam lesão a um periodonto com altura reduzida.
Estão corretas, apenas
I As forças traumáticas podem atuar sobre um único dente ou sobre grupos de dentes que estejam em contato prematuro.
II A lesão tecidual primária no trauma oclusal inclui reações teciduais (dano) induzidas ao redor de um dente com periodonto de altura normal.
III Os hábitos parafuncionais não estão relacionados ao trauma de oclusão.
IV A lesão tecidual secundária no trauma oclusal está relacionada com situações em que as forças oclusais causam lesão a um periodonto com altura reduzida.
Estão corretas, apenas
Lesões gengivais de origem genética são
observadas na fibromatose gengival hereditária
(FGH), e, muitas vezes, os distúrbios
mucocutâneos manifestam-se como
inflamação gengival. São exemplos típicos de
tais alterações o líquen plano, o penfigoide, o
pênfigo vulgar e o eritema multiforme.
Analise as afirmações abaixo sobre FGH.
I O tratamento é a remoção cirúrgica, muitas vezes gengivectomias seriadas, mas recorrências não são incomuns.
II O tecido fibroso denso nunca interfere ou impede a erupção.
III Os pacientes raramente queixam-se de problemas estéticos e funcionais.
IV O tecido fibroso que cobre os processos alveolares se estende sobre os dentes, resultando em extensas pseudobolsas.
Estão corretas, apenas
I O tratamento é a remoção cirúrgica, muitas vezes gengivectomias seriadas, mas recorrências não são incomuns.
II O tecido fibroso denso nunca interfere ou impede a erupção.
III Os pacientes raramente queixam-se de problemas estéticos e funcionais.
IV O tecido fibroso que cobre os processos alveolares se estende sobre os dentes, resultando em extensas pseudobolsas.
Estão corretas, apenas
Glickman (1965 e 1967) afirmou que a via
da propagação de uma lesão gengival associada
à placa pode ser modificada se forças de
magnitude anormal atuarem sobre os dentes
afetados. Isso implica que o caráter da destruição
tecidual progressiva periodontal do “dente
traumatizado” é diferente daquele de um dente
“não traumatizado”. Em vez de destruição
uniforme do periodonto e do osso alveolar, bolsas
supra ósseas e perda óssea horizontal que, de
acordo com Glickman, ocorre em locais com
lesões associadas à placa não complicadas, as
áreas que também são expostas à força oclusal
anormal apresentarão defeitos ósseos angulares
e bolsas infra ósseas; e a progressão da lesão
nas estruturas periodontais podem ser divididas
em duas zonas: zona de irritação e zona de
codestruição.
A zona de irritação inclui
A zona de irritação inclui
A alavanca triangular é mais usada
Aponte dentre as afecções relacionadas
a seguir aquela que se associa com maior
incidência de agravos da doença periodontal.
Osteonecrose dos maxilares ocorre
quando o tecido ósseo é exposto à isquemia
por um longo período de tempo, e com a
interrupção da irrigação sanguínea ocorre a
morte celular. As células da linhagem
hematopoética são mais propensas aos efeitos
negativos da isquemia e não conseguem
sobreviver por mais de 12 horas sem irrigação
sanguínea adequada. As células diretamente
responsáveis por mineralização e renovação
ósseas – osteoblastos, osteoclastos e
osteócitos – são menos propensas à anoxia,
embora ocorra morte celular dessas células
depois de 48 horas de anoxia, e após esse
período de tempo crítico, o osso irá necrosar.
A osteonecrose tem múltiplas etiologias, sendo
mais insidiosa nos pacientes que
As características dos biofilmes
associados à doença peri-implante seja ela
mucosite peri-implante ou a peri-implantite
foram estudadas com o uso de várias técnicas
microbiológicas e métodos de amostragem. A
maioria dos estudos achou a composição da
microbiota submucosa similar àquela da
periodontite crônica, com uma infecção
anaeróbica mista dominada por bactérias
gram-negativas, alguns estudos encontraram
alto número de outros microrganismos não
comumente associados às doenças
periodontais, incluindo bastonetes entéricos e
fungos ou microrganismos associados a
infecções extraorais, como Staphylococcus
aureus e Staphylococcus epidermidis ou
Peptostreptococcus (Persson et al., 2010).
Com relação a este tema, analise as afirmações a seguir.
I Na mucosite peri-implante existem sinais clínicos de inflamação, sangramento à sondagem da mucosa peri-implante sem perda de suporte ósseo.
II A peri-implantite compreende também perda de suporte ósseo.
III No caso de peri-implantite, a profundidade da sondagem é sempre menor que 5 mm e raramente existe supuração.
IV A parte transepitelial do implante, uma vez exposta à cavidade oral, torna-se rapidamente colonizada pelos microrganismos.
Estão corretas, apenas
Com relação a este tema, analise as afirmações a seguir.
I Na mucosite peri-implante existem sinais clínicos de inflamação, sangramento à sondagem da mucosa peri-implante sem perda de suporte ósseo.
II A peri-implantite compreende também perda de suporte ósseo.
III No caso de peri-implantite, a profundidade da sondagem é sempre menor que 5 mm e raramente existe supuração.
IV A parte transepitelial do implante, uma vez exposta à cavidade oral, torna-se rapidamente colonizada pelos microrganismos.
Estão corretas, apenas