Um paciente de 65 anos, com história de tabagismo severo e
hipertensão arterial mal controlada, apresenta dor retroesternal,
súbita, intensa, tipo facada, irradiando para dorso.
Sinais vitais e ectoscopia: PA 180 x 120 mmHg; FC 92 bpm; pálido;
sudoreico. Realiza angiotomografia de aorta, que demonstra
“flap” proximal após emergência da artéria subclávia esquerda,
com extensão até a linha diafragmática.
Os exames laboratoriais demonstram funções orgânicas normais.
Com base no caso descrito, a conduta inicial mais adequada para
esse paciente é:
Com base na 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco, a
alternativa que corresponde à disfunção primária do enxerto, de
grau moderado, do ventrículo esquerdo é:
A cardio-oncologia é uma área cada vez mais presente e extensa
na medicina. Há uma grande interface entre as duas
especialidades, e o conhecimento se torna essencial.
São fatores de risco para o desenvolvimento de cardiotoxicidade
por tratamento antineoplásico:
Um homem de 80 anos, previamente hipertenso, chega à
consulta ambulatorial com relato de dor anginosa aos mínimos
esforços e episódios de síncope ocorrendo nos últimos meses.
Ao exame físico, ele se mostra corado, hidratado e eupneico. PA:
150 x 98 mmHg; FC: 62 bpm. Pulsos palpáveis, simétricos.
Ausculta cardíaca: sopro sistólico ejetivo, rude, com pico
telessistólico, panfocal, mais audível em foco aórtico acessório,
com irradiação para fúrcula, reduzindo de intensidade à manobra
de handgrip.
Em relação à provável doença, pode sugerir gravidade a presença
de sopro:
Uma paciente de 60 anos, com história familiar de doença arterial
coronariana precoce, encontra-se 1 ano após episódio de infarto
agudo do miocárdio. Apresenta cardiomiopatia dilatada, dispneia
aos pequenos esforços, com fração de ejeção de 30%, em uso de
terapia clínica otimizada, sem isquemia passível de
revascularização. O eletrocardiograma: apresenta ritmo sinusal,
sinais sugestivos de inatividade elétrica anterior e QRS estreito.
A conduta imediata mais indicada é:
Um homem de 24 anos, nascido em área rural, comparece a
consulta de “check up cardiológico”. Na anamnese, nega
qualquer sintoma. Refere história de morte súbita do pai e do tio,
aos 34 e 32 anos, respectivamente.
O exame físico está dentro da normalidade. O paciente traz
consigo eletrocardiograma, que evidencia ritmo sinusal, inversão
de onda T de V1, V2, V3 e deflexão de baixa amplitude, de longa
duração, no final do QRS dessas derivações. Holter 24 horas
mostra alta incidência de TV não sustentada, com padrão de BRE
e eixo para cima.
Diante do exposto, o paciente tem provável diagnóstico de:
Uma mulher de 48 anos, com história de pai falecido aos 48 anos
por infarto agudo do miocárdio, é encaminhada para o
ambulatório de cardiologia para check up. Nega qualquer
sintoma.
Ao exame físico, apresenta pápulas planas e amareladas em
região palpebral superior e inferior bilateralmente, além de
nódulos amarelados, bem definidos, em região de cotovelos e
joelhos. Traz consigo exame laboratorial recente com colesterol
total de 620 mg/dL, LDL colesterol de 350 mg/dL e triglicerídeos
de 140 mg/dL.,
O diagnóstico mais provável e a terapia mais adequada, dentre as
opções a seguir, são, respectivamente: