São condições associadas à polidramnia:
Uma gestante, gesta 3 para 2, com 33 semanas e diagnóstico de diabetes gestacional e polidrâmnio, procura atendimento devido a perda de líquido amniótico. Ao exame, é encontrado útero com tônus normal, sem contrações uterinas nem sangramentos. O feto encontra-se em apresentação pélvica e percebe-se bradicardia.
Diante desse quadro, deve-se pensar no diagnóstico de:
Uma gestante que não realizou pré-natal procura atendimento médico devido a um episódio de sangramento vaginal de grande volume sem associação com quadro álgico. Ao exame clínico, são observados fundo uterino de 31 cm, batimentos cardíacos fetais ritmados ao sonar e ausência de atividade contrátil uterina.
Nessa situação, uma das condutas iniciais mais adequadas é:
Após referir ciclos irregulares e dificuldade de identificar a “janela fértil”, uma paciente de 38 anos realiza uma ultrassonografia transvaginal para controle de ovulação. No décimo sexto dia do ciclo menstrual, é identificada uma imagem anecoica com anel vascular ao redor sugestiva de corpo lúteo.
Em relação a essa fase do ciclo menstrual, é correto afirmar que:
Uma paciente de 32 anos apresentou, como resultado da colpocitologia oncótica, células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASC-US). A paciente repetiu o exame e o resultado foi mantido. No entanto, nessa ocasião, realizou a pesquisa do DNA-HPV, que foi negativa.
Nesse cenário clínico, a paciente deve ser conduzida para:
Em uma gestante no início de trabalho de parto, cuja cultura de rastreio para infecção pelo estreptococo do grupo B (GBS) não foi realizada durante seu pré-natal numa unidade básica de saúde, será necessário fazer a profilaxia antibiótica intraparto caso esteja presente o seguinte fator de risco:
Gestante realiza ultrassonografia morfológica de 1º trimestre que evidencia risco aumentado para aneuploidias. No momento, ela está com 12 semanas e deseja realizar cariótipo fetal.
A melhor conduta é oferecer:
A utilidade do índice de Bishop é:
Uma primigesta de 32 semanas, oriunda da Baixada Fluminense, chega à maternidade com febre há 3 dias, associada a cefaleia, dor retrorbitária e prostração e mialgia, além de apresentar vômitos persistentes, hipotensão postural, letargia e sangramento de mucosa.
Diante desse quadro compatível com dengue, essa gestante deve ser classificada como grupo:
Uma mulher de 28 anos refere uso abusivo de álcool em uma festa. Relata que, por volta das 2 horas da manhã, foi vítima de violência sexual com penetração por pessoa conhecida. Ela se lembra parcialmente do que ocorreu, porém é muito claro que não consentiu o ato e que houve força física envolvida.
A abordagem com essa paciente inclui:
Uma mulher está em trabalho de parto e refere não ter alívio da dor entre as contrações. Ao ser examinada, é encontrado o sinal de Bandl associado com bradicardia fetal.
Esse achado está associado com o seguinte quadro:
Uma gestante de 36 anos, nulípara, com idade gestacional de 9 semanas e 2 dias, usuária de maconha, oriunda da zona rural, onde trabalhava com aplicação de defensivos agrícolas, com menos de 4 anos de estudo, é estratificada no acolhimento como sendo de risco:
Após um parto vaginal complicado, o recém-nascido tem o diagnóstico de paralisia de Erb-Duchenne.
Esse quadro tem como uma de suas manifestações clínicas:
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