Uma paciente de 47 anos relata preocupação constante com a sua saúde, tendo receio de que algo ruim aconteça. Quando está pior, relata dor precordial, que atribui ao coração “disparado”, e tem sensações de “morte iminente”, tonteira e parestesias. Geralmente esses sintomas duram apenas alguns minutos, mas são bastante desconfortáveis. A paciente já compareceu várias vezes à unidade de pronto atendimento durante as crises mais graves. Em geral é liberada para casa com a justificativa de que não apresentava nenhuma doença. Nega outras patologias ou o uso de drogas.
O diagnóstico mais provável é:
Uma paciente de 28 anos teve diagnóstico recente de transtorno bipolar do humor, sendo iniciada monoterapia com valproato de sódio. Ela procura um novo psiquiatra para uma "segunda opinião". O psiquiatra informa que, embora o diagnóstico esteja correto e o valproato de sódio seja uma escolha de tratamento, vai precisar substituí-lo.
A alternativa que identifica corretamente um motivo para essa substituição é:
Ana, 36 anos, procura psiquiatra com queixa de agitação psicomotora, ansiedade, insônia e palpitações. Ao exame, apresenta-se com exoftalmia e com tremor simétrico e de alta frequência que piora quando realiza alguma tarefa. Traz um eletrocardiograma, que demonstra taquicardia sinusal.
Considerando o quadro clínico, a melhor conduta inicial é:
Mariana, 32 anos, dois dias após o parto de seu filho, iniciou sentimento de tristeza, choro fácil, medo de ficar sozinha e em ambientes escuros. O quadro melhorou sozinho após 12 dias.
O provável diagnóstico é:
Um paciente de 50 anos apresentou inicialmente os seguintes sintomas: sensação de exploração, preocupação com a lealdade ou confiança de amigos e frequentes interpretações de comentários como ameaças. O comportamento não era evidentemente bizarro ou estranho. Passou a ter problemas conjugais, pois estava convencido de que seu cônjuge o estava traindo. Essa convicção era baseada em interpretações incorretas apoiadas em evidências duvidosas. Foi descartado o transtorno por uso de substâncias, porque não havia relato do uso de drogas ou álcool.
O provável diagnóstico é: