Ao lado de bibliografias especializadas, índices e abstracts desempenham importante papel na transferência da informação entre cientistas e os seus pares. Auxiliam o pesquisador a conhecer, em uma única fonte, o que ocorreu ou está ocorrendo periodicamente no campo estudado, pois analisam a produção bibliográfica em determinada área temática. Podem, portanto, também substituir a consulta a uma série de outros trabalhos e são denominadas:
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O Guia dos Museus Brasileiros, publicado pela USP, é fonte de informação denominada como:
Após os oito passos do processo de referência, GROGAN (2001) acrescenta mais uma etapa final:
Analisar o sistema de circulação de uma biblioteca universitária é um bom método de avaliação e pode ser feito, por exemplo, através da análise do empréstimo. Nos sistemas de circulação informatizados, os dados podem ser reunidos como um subproduto contínuo do funcionamento do sistema. Os registros que representem a totalidade dos empréstimos são processados por meio de programa de computador, a fim de produzir dados sobre distribuição dos assuntos na circulação, identificar os títulos mais utilizados e assim por diante. Esse método avaliativo, antes da chegada da informatização dos serviços, era feito por meio de:
Como métodos de avaliação de resumos, propostos por LANCASTER (2004), além do julgamento intuitivo, subjetivo; o da comparação com um resumo ‘ideal’; o da medida a partir de quais perguntas de teste sobre um documento podem ser respondidas pelo resumo; há, ainda, o de:
A Resolução do Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB nº 207/2018, de 7 de novembro de 2018, que aprova o Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro, fixando as normas orientadoras de conduta no exercício de suas atividades profissionais, no capítulo que trata ‘das penalidades’, especifica no Artigo 13 sobre as infrações ético-disciplinares com a punição de forma alternada com penas de:
LE COADIC (2004), comentando sobre a mudança epistemológica no campo da Ciência da Informação, afirma que seu objeto não é mais o mesmo nem da Biblioteconomia, nem da Arquivologia, nem da Museologia. Essa mudança foi causada pelas transformações tecnológicas, econômicas e:
Para McGARRY (1999), na organização de descritores para recuperação da informação NÃO se pode prescindir dos:
Na opinião de McGARRY (1999), tanto as classificações do conhecimento como os programas dos cursos universitários refletem:
Para McGARRY (1999), as enciclopédias, impressas ou em formato eletrônico, são fontes de informação que NÃO podem evitar:
Comentando sobre a economia verbal, de símbolos e de espaço das linguagens documentárias, já que operam o conteúdo
informativo de um documento por análise e síntese, DODEBEI (2002) alerta ao mesmo tempo para uma economia de:
Para as linguagens documentárias, organizar o campo conceitual da representação documentária, servir de instrumento para a
distribuição útil dos livros ou documentos e controlar as dispersões léxicas, sintáticas e simbólicas no processo de análise documentária são ações consideradas como suas:
Os métodos de análise dos documentos e da informação produzem, entre outros, índices de palavras-chave, índices de palavras de textos integrais e índices de palavras dos títulos e de citações. A esses últimos dá-se o nome de índices:
Quando se tem um único sobrenome para identificar um autor, a fim de diferenciá-lo de outros, na catalogação descritiva, a regra para sua entrada é:
Segundo BATTLES (2003), a aproximação com a fase Renascentista marca sobremaneira a biblioteca universitária, visto que os acervos de títulos em códice crescem, assim como avançam outros formatos e suportes. A fim de promover a organização da biblioteca e como apoio ao trabalho dos bibliotecários, são utilizados pela primeira vez tanto o sistema arábico de numeração, quanto o:
BARDIN (1977) diz que a análise documental trabalha com procedimentos de:
As contribuições para determinação do universo conceitual de uma área são encontradas em fontes primárias e secundárias. Fazendo parte destas últimas, estão os:
A organização dos conceitos de um tesauro é conduzida por processos de indução, dedução ou:
MILANESI (2002) afirma que o profissional que atua em serviços de informação para a universidade está, por suas atribuições no contexto atual, entre dois tipos de bibliotecário:
No item que trata da área do título e da indicação de responsabilidade, referindo-se à regra 2.1 do Código de Catalogação Anglo-Americano - AACR2, RIBEIRO (2001) explica que não se acrescentam preposições ou conjunções como fatores de ligação entre os elementos que constituem um dado de responsabilidade, a não ser quando aparecem na fonte principal de informação.
Nesse caso devem ser conservados, pois trata-se também de uma:
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