Mentes livres
Atualmente, já está muito claro que nossas experiências mentais estão sempre criando estruturas cerebrais que facilitam a resposta rápida a futuras demandas semelhantes. O tema mais importante, no entanto, não é que as estruturas se ampliem sempre, é a liberdade natural da mente, que opera além das estruturas.
Um motorista não é seu carro, nem por onde circula. Ele tem a liberdade de deixar o carro e seguir por outros meios e também de repensar seus trajetos. Ainda assim, se as estradas ficarem bloqueadas ou o carro quebrar, ele terá dificuldade em andar a pé e usará o tempo arrumando o carro ou colocando a estrada em condições de uso. Só ao final de um tempo ele conseguirá ultrapassar as fixações estruturais internas e refazer suas opções.
Em verdade, a liberdade do motorista é tal que nem mesmo motorista ele é. Ele é um ser livre. A prática espiritual profunda conduz a essa liberdade, naturalmente presente. As fixações são o carma. As experiências comuns no mundo, eventos maiores e menores, vão se consolidando como trajetos e redes neurais internas e estruturas cármicas que balizam a operação da mente, estruturando recursos limitados como se fossem as únicas opções, ainda que, essencialmente, a mente siga livre.
As estruturas grosseiras como os espaços das cidades, as ruas físicas, e em um sentido mais amplo tudo o que aciona nossos sentidos físicos, surgem também como resultado das atividades mentais repetitivas, assim como a circulação da energia interna, que é o aspecto sutil. Um automobilista precisa de uma transformação interna e externa complexa para se tornar um ciclista; não é fácil. Já o tripulante do sofá tem dificuldade em incluir exercícios, novos hábitos de alimentação e mudanças na autoimagem – os desafios são idênticos.
Nossos melhores pensamentos constroem mundos melhores e também cérebros melhores. Já os pensamentos aflitivos constroem mundos piores e cérebros com estruturas que conduzem à aflição e à doença.
Tanto os aspectos grosseiros como os sutis flutuam; é visível. A única expressão incessantemente presente e disponível é a liberdade natural silenciosa dentro de nós mesmos. É dessa natureza que surge a energia que, livre de condicionamentos, cria novos caminhos neurais e novas configurações de mundo. Os mestres de sabedoria apontam-na como sempre disponível, mesmo durante experiências como a doença e a morte. É dessa região inabalável que irradiam sua sabedoria, compaixão e destemor.
Acerca desta doença, na sua fase inicial (chamada de sífilis primária – quando ocorre o aparecimento da ferida, geralmente única, no local de entrada do agente etiológico: pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele –, que aparece entre 10 a 90 dias após o contágio), assinale a alternativa correta.
I. O uso da luva de procedimento dispensa a lavagem das mãos. II. O uso do álcool gel não dispensa a lavagem das mãos mesmo que não tenham sujidade visível. III. Salvo na existência de contraindicação, os pacientes acamados devem ser mantidos com cabeceira elevada entre 30 e 45°. IV. Todo produto de saúde passível de processamento deve ser submetido ao processo de limpeza, manual ou automatizada, mesmo que aparentemente não apresente sujidade, antes da sua desinfecção ou esterilização.
Estão corretas as afirmativas
I. par: 1. conjunto de duas entidades, seres, animais, objetos, de igual natureza;
2. duas pessoas ligadas por algo em comum.
II. poder: 1. ter a faculdade ou a possibilidade de;
2. ter a oportunidade, o ensejo, a ocasião de.
III. renda: 1. produto auferido na aplicação de capital, rendimento;
2. tecido transparente de malha aberta, fina e delicada.
Constitui exemplo de palavras homônimas o que consta APENAS em: