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do m2 foi o mesmo para os dois imóveis. O imóvel de 190 m2 foi avaliado em R$ 855.000,00. O outro imóvel era
de 165 m2. O valor do m2 dessa negociação e a diferença a ser paga são, respectivamente,
sempre originais, no modo clássico, em português e sem as adaptações passíveis de serem feitas pelo usuário, salvo se especificado diferentemente na questão.

[Modos de valor]
“O ouro é uma coisa maravilhosa”, escreveu Colombo, da Jamaica, aos reis de Espanha em 1503, “seu dono é o senhor de tudo que deseja; o ouro faz até mesmo as almas entrarem no paraíso”. A fé no padrão-ouro e a crença no paraíso cristão saíram combalidas do correr dos séculos, mas o poder do dinheiro se mantém incólume.
O que lhe dá essa força? Papel-moeda ou bit digital, o poder do dinheiro na sua carteira depende da falta dele na carteira dos demais. Se os outros não precisassem dele nem o desejassem, o dinheiro de nada valeria. O dinheiro é poder de mando sobre o trabalho e os bens disponíveis no mercado, mas ele vai muito além disso: o dinheiro representa uma singular fonte de poder nas relações interpessoais – tem o dom de proporcionar ao seu possuidor a renda psíquica suplementar de um especial comando sobre a atenção, o respeito, a deferência e o afeto alheios.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo, Companhia das Letras, 2016, p. 107-108)

I. Pressupõe-se, a partir da leitura do texto, a necessidade de controle da ação humana sobre o meio
ambiente por meio de uma economia baseada no uso sustentável dos recursos naturais.
II. As condições desfavoráveis do meio ambiente, como as mudanças climáticas já comprovadas pela
ciência, comprometem os possíveis bons resultados de uma economia verde em locais que já se
mostram extremamente degradados.
III. À parte os eventuais riscos assumidos pelos países, ao adotarem uma economia verde, devem ser
levadas em conta as esperadas melhorias dela decorrentes, como maior igualdade social e respeito
ao meio ambiente.
Está correto o que consta em
sempre originais, no modo clássico, em português e sem as adaptações passíveis de serem feitas pelo usuário, salvo se especificado diferentemente na questão.
Para que os títulos de nível superior (Título 1) tenham a
numeração 1, 2, 3 e os títulos de segundo nível (Título 2)
tenham a numeração 1.1, 1.2, 1.3 e assim por diante,
deve-se, na guia
1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
torná-las próprias para o consumo.
Um levantamento recém-divulgado pela Agência
Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
necessários para resolver o problema do saneamento básico,
com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
captação da água para consumo humano.
Esses investimentos são necessários considerando-se a
parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
nações que oferecem saneamento básico universal à
população.
(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
de 2011, p. 38)
(1o parágrafo)
O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está na frase:

1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
torná-las próprias para o consumo.
Um levantamento recém-divulgado pela Agência
Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
necessários para resolver o problema do saneamento básico,
com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
captação da água para consumo humano.
Esses investimentos são necessários considerando-se a
parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
nações que oferecem saneamento básico universal à
população.
(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
de 2011, p. 38)
doente, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento básico universal à população.
O segmento acima está reproduzido com outras palavras, de modo claro, correto e mantendo em linhas gerais o
sentido original, em:
1500, e os europeus fundaram cidades, pequenas fontes de
água eram suficientes para abastecer uns poucos cidadãos e
animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos
de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos
Jesuítas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se
defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito
pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole
de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de
80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas
necessidades domésticas. Um volume que já não consegue
mais ser suprido pelos mananciais próximos que, pelos critérios
da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à
população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez
mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de
torná-las próprias para o consumo.
Um levantamento recém-divulgado pela Agência
Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do
abastecimento é generalizado no país. Dos 5.565 municípios
brasileiros, mais da metade terão problemas de abastecimento
até 2015. E, para tentar adiar o problema por ao menos uma
década, será preciso desembolsar 22 milhões de reais em
obras de infraestrutura, construção de sistemas de distribuição,
novas estações de tratamento e manutenção de redes muito
antigas, que perdem mais de 30% da água tratada até chegar à
casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
necessários para resolver o problema do saneamento básico,
com a construção de sistemas de coleta de esgoto e estações
de tratamento, de forma a proteger os mananciais onde se faz a
captação da água para consumo humano.
Esses investimentos são necessários considerando-se a
parcela da população que não dispõe de banheiro em casa, o
contingente de pessoas que entopem os serviços de saúde a
cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
água contaminada por esgotos, ou ainda o número de crianças
que morrem vítimas de diarreia, engrossando as estatísticas de
mortes por problemas gastrointestinais. Acredita-se que grande
parte poderia ter retornado com saúde para suas famílias, ou
nem mesmo ter ficado doente, caso o Brasil estivesse entre as
nações que oferecem saneamento básico universal à
população.
(Adaptado de: Dal Marcondes. CartaCapital, 30 de março
de 2011, p. 38)
O segmento que coloca em contraste o que consta da afirmativa acima é:
com número inicial diferente. São sequências limitadas a
doze elementos porque o 13o elemento repetiria o 3o
elemento.
→ 5; 6; 11; 12; 7; 8; 13; 14; 9; 10; 15; 16.
→ 16; 17; 22; 23; 18; 19; 24; 25; 20; 21; 26; 27.
Sejam X e Y sequências com a mesma lógica das duas
descritas, porém iniciando com 40 e 35, respectivamente.
A diferença entre o 8o termo de X e o 5o termo de Y é