Uma paciente de 39 anos procurou o ambulatório com queixas
de sonolência diurna e fadiga. Durante a anamnese, ela
comentou que vinha dormindo mal à noite. Ela acreditava que
seu sono estivesse sendo prejudicado por uma sensação de
“inquietude” e desconforto nas pernas quando deitava na cama à
noite. Isso gerava uma forte necessidade de movimentá-las, o
que provocava alívio parcial do desconforto. Negou fazer uso de
medicações ou ter doenças prévias. O exame físico estava sem
alterações. O médico que estava atendendo suspeitou de
síndrome das pernas inquietas.
Entre as alternativas abaixo, a conduta mais indicada para essa paciente é:
Entre as alternativas abaixo, a conduta mais indicada para essa paciente é: