Um paciente de 80 anos, diabético tipo I, comparece à consulta com queixa de otalgia intensa à esquerda há 3 semanas, refratária ao uso de dipirona. Apresenta, também, queixa de otorreia amarelada há 3 semanas, que permanece mesmo após o uso de gotas otológicas. Uma otoscopia revela a presença de secreção amarelada e de tecido de granulação em meato acústico externo.
Considerando o quadro do paciente, a conduta mais adequada é: