Roland Barthes é um dos semiólogos que se dedicaram ao
entendimento da essência da fotografia. Em um de seus escritos,
ele, na posição de Spectator , destaca dois elementos que fundam
a observação de uma imagem fotográfica. O primeiro remete a
um campo que se liga ao saber e à cultura pessoal; o segundo é
aquilo que o toca diretamente, ligado ao acaso, sem qualquer
interferência cultural.
Sobre o segundo elemento, ele acrescenta “é também picada,
pequeno buraco, pequena mancha, pequeno corte – e também
lance de dados. (....) é esse acaso que, na foto, me punge (mas
também me mortifica, me fere).”
(BARTHES, 2012, adaptado).
Esse segundo elemento denomina-se
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Leia o texto a seguir, extraído da Brasiliana Fotográfica.
Não teria eu iniciado a arte mais do que maravilhosa de desenhar
qualquer objeto, sem dar-me ao trabalho de o fazer com a
própria mão? A indagação (...) referia-se às suas pesquisas e aos
experimentos no campo da fotografia, que o haviam levado a
inventar, ele também e no Brasil, um processo de criação
fotográfica.
(https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1243)
O realizador de um dos mais antigos registros fotográficos
existentes no continente americano – feito na vila de São Carlos,
atual Campinas, no Estado de São Paulo foi
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