A segunda grande diretriz da política econômica do Estado, ao longo das décadas de 1930 e 1940, foi a definição
de um novo papel para a agricultura. O Estado procurou
transformar a agricultura de alimentos em coadjuvante do
processo de industrialização, incentivando a expansão
de fronteiras agrícolas que produzissem gêneros básicos
a baixos preços. Combinando o acesso a terras novas
com sua ocupação por trabalhadores integrados a regimes de trabalho não capitalistas, tais frentes geravam um
excedente temporário de arroz, feijão ou milho que, por
sua barateza, contribuíam para o rebaixamento do custo
de reprodução da força de trabalho urbana.
(Sonia R. de Mendonça. “As bases do desenvolvimento capitalista dependente: da industrialização restringida à internacionalização”. Em: Maria Yedda Linhares (Org.). História geral do Brasil. Adaptado)
De acordo com a autora, considerando o contexto apresentado pelo fragmento, a diretriz descrita
(Sonia R. de Mendonça. “As bases do desenvolvimento capitalista dependente: da industrialização restringida à internacionalização”. Em: Maria Yedda Linhares (Org.). História geral do Brasil. Adaptado)
De acordo com a autora, considerando o contexto apresentado pelo fragmento, a diretriz descrita