Assim como o mito e a ciência são modos de organização da experiência humana – o primeiro baseado na emoção e o segundo na razão, também a arte vai aparecer no mundo humano como forma de organização, como modo de transformar a experiência vivida em objeto de conhecimento, desta vez através do sentimento. Osborne distingue seis princípios fundamentais que dominaram o ponto de vista renascentista no terreno da estética:


I- A arte é um ramo do conhecimento e, portanto, criação da inteligência.

II- A arte imita a natureza com a ajuda das ciências.

III- As artes plásticas e a literatura têm propósito de melhoria social e moral, aspirando ao ideal.

IV- A beleza é uma propriedade objetiva das coisas e consiste em ordem, harmonia, proporção, adequação. A harmonia expressa-se matematicamente.

V- As artes alcançaram a perfeição na Idade Média.

VI- As artes estão sujeitas a regras de perfeição racionalmente apreensíveis, que podem ser formuladas e ensinadas com precisão. Aprendemo-las pelo estudo das obras da Idade Moderna.

Pode-se afirmar que não são verdadeiras as proposições: