Suponha que Raimundo, brasileiro nato, tenha saído do Brasil para morar no...

Suponha que Raimundo, brasileiro nato, tenha saído do Brasil para morar nos Estados Unidos da América, onde reside há mais de trinta anos, e que, nesse país, tenha obtido a nacionalidade america...


Suponha que Raimundo, brasileiro nato, tenha saído do Brasil para morar nos Estados Unidos da América, onde reside há mais de trinta anos, e que, nesse país, tenha obtido a nacionalidade americana como condição para permanecer no território americano. Nessa situação, caso deseje retornar ao Brasil para visitar parentes, Raimundo necessitará de visto, pois, ao obter a nacionalidade americana, perdeu a nacionalidade brasileira.

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Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

  • David Castilho
    David Castilho
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: b)

    De acordo com a legislação brasileira, a perda da nacionalidade brasileira não ocorre automaticamente quando um brasileiro adquire outra nacionalidade. No caso apresentado, Raimundo, ao obter a nacionalidade americana, não perde automaticamente a nacionalidade brasileira.

    Portanto, Raimundo, mesmo sendo brasileiro nato e tendo adquirido a nacionalidade americana, não necessitará de visto para retornar ao Brasil para visitar parentes, pois ele ainda é considerado brasileiro.

    A situação descrita na questão está incorreta, sendo a alternativa correta a letra b) Errado.
  • FAGNER DE CAMPOS
    FAGNER DE CAMPOS
    31/12/1969 • 21:00
    Sociedade internacional descentralizada
    O Direito Internacional Público opera em um sistema descentralizado, diferente do Direito Interno (nacional), onde há um legislador, um judiciário central e um poder coercitivo.

    No plano internacional, não existe um governo mundial soberano — os Estados são os principais sujeitos e atuam em condições de igualdade soberana.

    2. Horizontalidade das relações
    Os Estados são formalmente iguais (princípio da igualdade soberana dos Estados — art. 2º, Carta da ONU).

    Isso significa que nenhum Estado está juridicamente subordinado a outro, o que caracteriza uma relação horizontal, em contraste com a estrutura vertical do direito interno.

    3. Coordenação, não hierarquia
    As relações são coordenadas, com base em acordos, tratados, costumes e princípios internacionais, sem imposição hierárquica.

    A resolução de conflitos ocorre por meios pacíficos, como negociação, arbitragem ou tribunais internacionais (como a CIJ), e não por coerção centralizada.

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