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A empresa Inovação S.A. fez um novo investimento em uma nova unidade de negócios, no nordeste brasileiro, no valor de R$ 1.000.000,00. Após um ano de funcionamento houve alagamento na região e i...


A empresa Inovação S.A. fez um novo investimento em uma nova unidade de negócios, no nordeste brasileiro, no valor de R$ 1.000.000,00. Após um ano de funcionamento houve alagamento na região e inundação da fábrica. O valor contábil da unidade de negócios, neste momento era de R$ 900.000,00, já considerando as perdas e gastos com recuperação. Seu valor de venda apurado, mediante propostas formais de interessados a comprá-la, apresentava valor médio de R$ 1.500.000,00 e o valor do fluxo de caixa descontado da unidade sugeria a recuperação do valor de R$ 800.000,00. Neste caso a empresa deverá

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  • David Castilho
    David Castilho
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: c) A questão trata da avaliação do valor contábil de um ativo, especificamente uma unidade de negócios, após um evento que pode ter causado perda de valor, como o alagamento.

    De acordo com as normas contábeis brasileiras, especialmente o CPC 01 (Redução ao Valor Recuperável de Ativos), o valor contábil do ativo deve ser comparado com seu valor recuperável, que é o maior entre o valor justo menos os custos de venda e o valor em uso (fluxo de caixa descontado).

    No caso apresentado, o valor contábil é de R$ 900.000,00, o valor justo (valor de venda) é R$ 1.500.000,00 e o valor em uso é R$ 800.000,00.

    O valor recuperável será o maior entre o valor justo e o valor em uso, ou seja, R$ 1.500.000,00. Como o valor recuperável (R$ 1.500.000,00) é maior que o valor contábil (R$ 900.000,00), não há necessidade de registrar perda por redução ao valor recuperável.

    Além disso, não se deve fazer ajuste para cima no valor contábil, pois a reversão de perdas só pode ocorrer até o valor contábil original, e não para valores superiores ao custo histórico.

    Portanto, a empresa deve manter o valor contábil de R$ 900.000,00, que já considera as perdas e gastos com recuperação, sem registrar perda adicional ou ajuste para cima.

    Segunda resolução: ao analisar novamente, confirmamos que o valor recuperável é maior que o valor contábil, logo não há perda a ser registrada. Também não se deve ajustar para cima o valor contábil para o valor justo, pois isso não está previsto nas normas contábeis para ativos imobilizados ou unidades de negócios.

    Assim, a alternativa correta é a letra c).
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