Um homem de 38 anos de idade está internado em uma unidade de terapia inte...

Um homem de 38 anos de idade está internado em uma unidade de terapia intensiva, após ter sofrido um acidente automobilístico. Apresenta lesão cerebral com escores baixos na escala de coma de Gl...


Um homem de 38 anos de idade está internado em uma unidade de terapia intensiva, após ter sofrido um acidente automobilístico. Apresenta lesão cerebral com escores baixos na escala de coma de Glasgow (menores que 5 nas últimas 48 horas). A pressão intracraniana encontra-se elevada. Os sinais vitais indicam frequência cardíaca de 58 batimentos por minuto, pressão arterial de 150 mmHg × 60 mmHg, respirações rápidas e temperatura corporal de 38 ºC. Existe resposta motora apenas aos estímulos nocivos, do tipo descerebrada. Está sendo mantido com balanço hídrico negativo e sob ventilação mecânica. Tem pele íntegra e mucosas ressecadas.

Considerando a assistência de enfermagem no caso clínico acima descrito, julgue os itens de 103 a 108.

Com os dados relativos ao estado de consciência e às respostas motoras é correto afirmar que o paciente em questão tem um quadro de traumatismo craniano grave e estado de coma.

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  • Ingrid Nunes
    Ingrid Nunes
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: a)

    O paciente apresenta um traumatismo craniano grave, evidenciado pelo escore baixo na escala de coma de Glasgow, que é menor que 5 nas últimas 48 horas. A escala de Glasgow é um instrumento amplamente utilizado para avaliar o nível de consciência em pacientes com lesão cerebral, sendo que escores abaixo de 8 indicam coma grave.

    Além disso, a resposta motora do paciente é apenas aos estímulos nocivos, do tipo descerebrada, o que também indica um nível profundo de comprometimento neurológico. A postura descerebrada é um sinal clínico grave, associada a lesões no tronco cerebral.

    Portanto, com base nos dados fornecidos, é correto afirmar que o paciente está em estado de coma devido ao traumatismo craniano grave. Isso está de acordo com a literatura médica e protocolos de avaliação neurológica, como previsto na escala de coma de Glasgow e na avaliação clínica neurológica.
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