Gabarito: a)
Vamos analisar o caso: o paciente passou por cirurgia cerebral e, após a cirurgia, apresentou sinais clássicos de aumento da pressão intracraniana (bradicardia, hipertensão arterial, anisocoria, padrão respiratório Cheyne-Stokes). Nessa situação, o controle rigoroso do balanço hídrico é fundamental para evitar tanto a sobrecarga de líquidos, que pode piorar o edema cerebral, quanto a desidratação, que pode comprometer a perfusão cerebral.
As outras opções têm problemas:
b) Fechar a SNG (sonda nasogástrica) não é indicado simplesmente por desequilíbrio hidroeletrolítico, pois a SNG aberta ajuda a evitar distensão gástrica e aspiração.
c) Manter o paciente em decúbito lateral com flexão de quadril maior que 90° pode prejudicar a circulação venosa e aumentar a pressão intracraniana.
d) A aspiração endotraqueal deve ser feita com pré-oxigenação, mas ofertar oxigênio a 50% não é uma regra fixa, depende da saturação do paciente.
e) Aspiração em horários fixos não é recomendada; deve ser feita conforme necessidade para evitar trauma e hipoxemia.
Portanto, a intervenção mais correta e segura é realizar balanço hídrico rigorosamente para monitorar e controlar o volume de líquidos do paciente.
Vamos analisar o caso: o paciente passou por cirurgia cerebral e, após a cirurgia, apresentou sinais clássicos de aumento da pressão intracraniana (bradicardia, hipertensão arterial, anisocoria, padrão respiratório Cheyne-Stokes). Nessa situação, o controle rigoroso do balanço hídrico é fundamental para evitar tanto a sobrecarga de líquidos, que pode piorar o edema cerebral, quanto a desidratação, que pode comprometer a perfusão cerebral.
As outras opções têm problemas:
b) Fechar a SNG (sonda nasogástrica) não é indicado simplesmente por desequilíbrio hidroeletrolítico, pois a SNG aberta ajuda a evitar distensão gástrica e aspiração.
c) Manter o paciente em decúbito lateral com flexão de quadril maior que 90° pode prejudicar a circulação venosa e aumentar a pressão intracraniana.
d) A aspiração endotraqueal deve ser feita com pré-oxigenação, mas ofertar oxigênio a 50% não é uma regra fixa, depende da saturação do paciente.
e) Aspiração em horários fixos não é recomendada; deve ser feita conforme necessidade para evitar trauma e hipoxemia.
Portanto, a intervenção mais correta e segura é realizar balanço hídrico rigorosamente para monitorar e controlar o volume de líquidos do paciente.