Gabarito: a)
A questão aborda a continuidade das estruturas econômicas brasileiras após a independência em 1822. Historicamente, o Brasil colonial tinha sua economia baseada na agricultura, especialmente na monocultura de exportação, como a cana-de-açúcar e, posteriormente, o café.
Mesmo após a independência, essas bases econômicas permaneceram praticamente intactas. A elite agrária continuou a dominar a economia e a política, mantendo o latifúndio e a produção voltada para o mercado externo. A industrialização só ganhou força no século XX, especialmente durante o governo de Getúlio Vargas, o que indica que, no século XIX, a economia brasileira ainda era predominantemente agrícola.
Portanto, do ponto de vista econômico, o Brasil manteve-se estruturalmente ligado à agricultura ao deixar de ser colônia, confirmando a afirmativa como correta.
Uma segunda análise reforça essa conclusão: a ausência de mudanças radicais nas estruturas econômicas e sociais no período pós-independência é amplamente reconhecida pela historiografia, que destaca a continuidade do modelo agroexportador até o início do processo de industrialização no século XX.
A questão aborda a continuidade das estruturas econômicas brasileiras após a independência em 1822. Historicamente, o Brasil colonial tinha sua economia baseada na agricultura, especialmente na monocultura de exportação, como a cana-de-açúcar e, posteriormente, o café.
Mesmo após a independência, essas bases econômicas permaneceram praticamente intactas. A elite agrária continuou a dominar a economia e a política, mantendo o latifúndio e a produção voltada para o mercado externo. A industrialização só ganhou força no século XX, especialmente durante o governo de Getúlio Vargas, o que indica que, no século XIX, a economia brasileira ainda era predominantemente agrícola.
Portanto, do ponto de vista econômico, o Brasil manteve-se estruturalmente ligado à agricultura ao deixar de ser colônia, confirmando a afirmativa como correta.
Uma segunda análise reforça essa conclusão: a ausência de mudanças radicais nas estruturas econômicas e sociais no período pós-independência é amplamente reconhecida pela historiografia, que destaca a continuidade do modelo agroexportador até o início do processo de industrialização no século XX.