Camila Duarte
EQUIPE
23/10/2025 • 00:15
Gabarito: b) Ocitocina 10 unidades EV.
A paciente é uma puérpera que teve parto normal e apresenta sangramento vaginal moderado, útero amolecido e na altura da cicatriz umbilical, além de sinais de anemia (descorada +2/+4). Esses achados são indicativos de atonia uterina, que é a principal causa de hemorragia pós-parto.
A conduta imediata para hemorragia por atonia uterina é a administração de ocitocina, que é um uterotônico eficaz para promover a contração do útero e reduzir o sangramento. A dose recomendada é 10 unidades por via endovenosa (EV).
Outras opções como misoprostol (a), ergometrina (d) e ácido tranexâmico (e) podem ser usadas em situações específicas ou como complementares, mas a primeira medida é a ocitocina.
O fator VIIa (c) é indicado para coagulopatias graves e não para atonia uterina.
Portanto, a conduta imediata correta é administrar ocitocina para controlar a hemorragia causada pela atonia uterina.
A paciente é uma puérpera que teve parto normal e apresenta sangramento vaginal moderado, útero amolecido e na altura da cicatriz umbilical, além de sinais de anemia (descorada +2/+4). Esses achados são indicativos de atonia uterina, que é a principal causa de hemorragia pós-parto.
A conduta imediata para hemorragia por atonia uterina é a administração de ocitocina, que é um uterotônico eficaz para promover a contração do útero e reduzir o sangramento. A dose recomendada é 10 unidades por via endovenosa (EV).
Outras opções como misoprostol (a), ergometrina (d) e ácido tranexâmico (e) podem ser usadas em situações específicas ou como complementares, mas a primeira medida é a ocitocina.
O fator VIIa (c) é indicado para coagulopatias graves e não para atonia uterina.
Portanto, a conduta imediata correta é administrar ocitocina para controlar a hemorragia causada pela atonia uterina.