Marcos de Castro
EQUIPE
22/10/2025 • 18:31
Gabarito: a)
A paciente apresenta ruptura prematura das membranas (RPM) a termo, com 36 semanas de gestação, sem sinais de infecção (afebril, sem dor, bom estado geral) e com cardiotocografia categoria I, indicando bem-estar fetal.
Nesses casos, a conduta recomendada é a indução do trabalho de parto para evitar complicações como infecção intrauterina e corioamnionite. O preparo cervical com misoprostol é indicado para amadurecimento do colo uterino, seguido da indução com ocitocina para estimular as contrações.
Além disso, é importante a profilaxia para o Estreptococo beta-hemolítico do grupo B (EGB), pois a colonização materna pode causar sepse neonatal. A profilaxia geralmente é feita com antibiótico durante o trabalho de parto.
A alternativa b) está incorreta porque a cesariana não é indicada rotineiramente na RPM a termo sem outras indicações obstétricas.
A alternativa c) está incorreta porque a conduta expectante não é recomendada a termo, pois aumenta o risco de infecção.
A alternativa d) não menciona o preparo cervical, que é importante para indução eficaz.
A alternativa e) está incorreta porque corticoterapia é indicada para fetos prematuros abaixo de 34 semanas para maturação pulmonar, não a termo.
Portanto, a conduta correta é a profilaxia para EGB, preparo cervical com misoprostol e posterior indução com ocitocina, conforme alternativa a).
A paciente apresenta ruptura prematura das membranas (RPM) a termo, com 36 semanas de gestação, sem sinais de infecção (afebril, sem dor, bom estado geral) e com cardiotocografia categoria I, indicando bem-estar fetal.
Nesses casos, a conduta recomendada é a indução do trabalho de parto para evitar complicações como infecção intrauterina e corioamnionite. O preparo cervical com misoprostol é indicado para amadurecimento do colo uterino, seguido da indução com ocitocina para estimular as contrações.
Além disso, é importante a profilaxia para o Estreptococo beta-hemolítico do grupo B (EGB), pois a colonização materna pode causar sepse neonatal. A profilaxia geralmente é feita com antibiótico durante o trabalho de parto.
A alternativa b) está incorreta porque a cesariana não é indicada rotineiramente na RPM a termo sem outras indicações obstétricas.
A alternativa c) está incorreta porque a conduta expectante não é recomendada a termo, pois aumenta o risco de infecção.
A alternativa d) não menciona o preparo cervical, que é importante para indução eficaz.
A alternativa e) está incorreta porque corticoterapia é indicada para fetos prematuros abaixo de 34 semanas para maturação pulmonar, não a termo.
Portanto, a conduta correta é a profilaxia para EGB, preparo cervical com misoprostol e posterior indução com ocitocina, conforme alternativa a).