A discussão teórico-conceitual que versa sobre a renovação e preservação urbana esbarra, entre tantos aspectos, no conflito entre limites e funções dos espaços históricos e nãohistóricos da cidade. Quanto a esse debate, muitos documentos sobre políticas de conservação do patrimônio material e imaterial, bem como as críticas e as teorias desenvolvidas por autores considerados clássicos no âmbito da arquitetura, revelam a importância de se integrar a cidade histórica à contemporânea como parte da memória dos que a habitam. Nesse sentido, é relevante afirmar que: