Melissa, mãe de Rafael, um lactente de três meses de idade, está preocupada, ...

Melissa, mãe de Rafael, um lactente de três meses de idade, está preocupada, pois seu filho não sustenta bem a cabeça. História gestacional de corioamnionite, ruptura prematura de membrana, com par...


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Melissa, mãe de Rafael, um lactente de três meses de idade, está preocupada, pois seu filho não sustenta bem a cabeça. História gestacional de corioamnionite, ruptura prematura de membrana, com parto prematuro e hipóxia associada à sepse neonatal precoce, necessitando de reanimação na sala de parto. Exame físico: mostra uma hipotonia axial leve e, membros superiores e inferiores se mantêm em atitude flexor. Reflexo de Moro e reflexos profundos presentes. Segue com o olhar em 180° e sorri.
Nessa situação, deve-se informar à mãe que seu filho apresenta:
Analisando...
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    24/10/2025 • 02:01
    Gabarito: c)

    A questão apresenta um lactente prematuro com história de corioamnionite, ruptura prematura de membranas, parto prematuro, hipóxia e sepse neonatal precoce, fatores de risco importantes para comprometimento do desenvolvimento neuropsicomotor.

    No exame físico, a hipotonia axial leve com membros em atitude flexora, reflexo de Moro e reflexos profundos presentes, além do olhar fixo e sorriso, indicam que ainda não há um quadro neurológico grave ou definitivo, mas há sinais de alerta para possível distúrbio do desenvolvimento.

    A prematuridade e a hipóxia perinatal são causas frequentes de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, e a presença desses sinais exige investigação e acompanhamento multiprofissional para detectar precocemente qualquer alteração e iniciar intervenções adequadas.

    Alternativas como a) são incorretas porque a neuroplasticidade não exclui a necessidade de investigação diante de sinais de alerta. A alternativa b) é incorreta pois não há sinais de sequela grave definitiva no momento. A alternativa d) minimiza o quadro, o que pode atrasar o diagnóstico e tratamento. A alternativa e) é incorreta porque não há evidência clínica de paralisia cerebral extrapiramidal definitiva neste momento.

    Portanto, a resposta correta é a letra c), que orienta a informar a mãe sobre sinais de alerta e a necessidade de investigação e acompanhamento multiprofissional.
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