David Castilho
EQUIPE
22/10/2025 • 23:02
Gabarito: a)
A aterosclerose é uma doença que se desenvolve ao longo do tempo, e a dislipidemia é um dos principais fatores de risco modificáveis para essa condição. O tratamento da dislipidemia visa reduzir os níveis de lipídios no sangue para prevenir a progressão da aterosclerose e suas complicações, como infarto e acidente vascular cerebral.
No que diz respeito ao tratamento em idosos, especialmente aqueles com até 75 anos, as diretrizes clínicas recomendam que as orientações sejam semelhantes às aplicadas para adultos mais jovens. Isso porque, até essa faixa etária, os benefícios do controle rigoroso dos lipídios, principalmente do LDL-colesterol, são evidentes na redução de eventos cardiovasculares.
Portanto, não há uma diferenciação significativa no manejo da dislipidemia para idosos até 75 anos, sendo indicadas as mesmas metas e estratégias terapêuticas, incluindo mudanças no estilo de vida e uso de estatinas quando indicadas.
Uma segunda análise confirma que, apesar de algumas particularidades no tratamento de idosos mais velhos (acima de 75 anos), para aqueles até essa idade, o protocolo é o mesmo aplicado para adultos, conforme orientações de sociedades como a Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretrizes internacionais.
Assim, a afirmativa está correta, justificando o gabarito oficial 'a'.
A aterosclerose é uma doença que se desenvolve ao longo do tempo, e a dislipidemia é um dos principais fatores de risco modificáveis para essa condição. O tratamento da dislipidemia visa reduzir os níveis de lipídios no sangue para prevenir a progressão da aterosclerose e suas complicações, como infarto e acidente vascular cerebral.
No que diz respeito ao tratamento em idosos, especialmente aqueles com até 75 anos, as diretrizes clínicas recomendam que as orientações sejam semelhantes às aplicadas para adultos mais jovens. Isso porque, até essa faixa etária, os benefícios do controle rigoroso dos lipídios, principalmente do LDL-colesterol, são evidentes na redução de eventos cardiovasculares.
Portanto, não há uma diferenciação significativa no manejo da dislipidemia para idosos até 75 anos, sendo indicadas as mesmas metas e estratégias terapêuticas, incluindo mudanças no estilo de vida e uso de estatinas quando indicadas.
Uma segunda análise confirma que, apesar de algumas particularidades no tratamento de idosos mais velhos (acima de 75 anos), para aqueles até essa idade, o protocolo é o mesmo aplicado para adultos, conforme orientações de sociedades como a Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretrizes internacionais.
Assim, a afirmativa está correta, justificando o gabarito oficial 'a'.