A Divisão de Redes do Tribunal Regional Federal da Primeira
Região identificou que sua rede local estava com queda em sua
performance em virtude de loops na rede, mesmo trabalhando
com o protocolo Spanning Tree.
A Divisão de Redes chegou corretamente à possível conclusão de
que:
✂️ A) como as bridges transmitem as informações por multicast
para seus vizinhos, apenas um pequeno grupo recebia a nova
informação de configuração da topologia;
✂️ B) o protocolo Spanning Tree pode ter sido desabilitado
involuntariamente, não permitindo uma atualização da
árvore em virtude de possíveis atualizações na topologia da
rede;
✂️ C) mesmo usando a Spanning Tree, havia caminhos
redundantes, e com isso todas as portas estavam no estado
desativado para a utilização do protocolo;
✂️ D) os switches entraram em modo promíscuo e com isso
passaram a executar o algoritmo Spanning Tree localmente,
disponibilizando a informação para todos os elementos da
rede;
✂️ E) na bridge, o frame BPDU estava utilizando o endereço único
MAC multicast da porta como endereço de origem, e o
endereço de destino era o endereço MAC unicast da
Spanning Tree.
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